segunda-feira, 3 de março de 2014

UM SUPER PULSAR COMPROVA TEORIA DE EINSTEIN

Estrelas bizarras comprovam teorias de Einstein
O binário exótico emite "radiação gravitacional", ondas no espaçotempo. Embora estas ondas gravitacionais (apresentadas como a grade na imagem) não possam ser detectadas diretamente pelos astrônomos a partir da Terra, podem ser observadas indiretamente medindo-se a variação da órbita do sistema à medida que este perde energia. Como o pulsar é extremamente pequeno, o tamanho relativo dos dois objetos não está desenhado em escala.[Imagem: Antoniadis et al./Science]
Matéria condensada
Uma dupla de estrelas bizarra, constituída pela estrela de nêutrons de maior massa conhecida até hoje e uma estrela anã branca, ajudou a fazer um dos testes mais rigorosos até hoje das teorias da relatividade geral e da gravitação de Einstein.
Até agora, as novas observações estão exatamente de acordo com as previsões da relatividade geral e são inconsistentes com algumas teorias alternativas.
Uma equipe internacional descobriu binário exótico, constituído por uma estrela de nêutrons, pequena mas excepcionalmente pesada, que gira em torno de seu próprio eixo 25 vezes por segundo, e por uma estrela anã branca que a orbita a cada duas horas e meia.
A estrela de nêutrons é um pulsar (chamado PSR J0348+0432) que emite ondas de rádio, que podem ser observadas a partir da Terra com radiotelescópios. Além de ser muito interessante por si só, este par incomum é também um laboratório único para testar os limites das teorias físicas.
O pulsar é o que resta da explosão de uma supernova. Ele é duas vezes mais pesado que o Sol, mas tem um diâmetro de apenas 20 quilômetros.
A gravidade em sua superfície é mais de 300 bilhões de vezes mais intensa que a sentida na Terra, e, em seu centro, cada pedaço do tamanho de um cubo de açúcar tem o peso de mais de um bilhão de toneladas de matéria comprimidas.
A sua companheira anã branca é apenas um pouco menos exótica: trata-se de um resto brilhante de uma estrela muito mais leve, que perdeu a sua atmosfera e que lentamente vai se apagando.
Estrelas bizarras comprovam teorias de Einstein
Esta concepção artística mostra o objeto duplo exótico constituído por uma estrela de nêutrons, pequena mas excepcionalmente pesada, que gira em torno de seu próprio eixo 25 vezes por segundo, e por uma estrela anã branca que a orbita a cada duas horas e meia. [Imagem: ESO/L. Calçada]
Desafios à teoria da relatividade
A teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como uma consequência da curvatura do espaço-tempo criada pela presença de matéria e energia, tem resistido a todos os testes desde o primeiro momento da sua publicação, há quase um século atrás.
Mas ela não pode ser a explicação derradeira e deverá, em última instância, perder a sua validade. Isto principalmente porque a relatividade geral não é consistente com outra grande teoria física do século XX, a mecânica quântica. Ela também prevê singularidades para certas circunstâncias, quando algumas quantidades tendem para o infinito, tal como no centro de um buraco negro.
Os físicos construíram outras teorias de gravidade que levam a previsões diferentes das da relatividade geral. Para algumas destas alternativas, as diferenças são percebidas apenas para campos gravitacionais extremamente fortes, os quais não podem ser encontrados no Sistema Solar.
Em termos de gravidade, o superpulsar é de fato um objeto extremo, mesmo quando comparado com outros pulsares que foram usados em testes de alta precisão da relatividade geral de Einstein.
Em campos gravitacionais tão fortes, pequenos aumentos na massa podem levar a grandes variações no espaço tempo em torno destes objetos.
Até agora, os astrônomos não tinham ideia do que podia acontecer na presença de uma estrela de nêutrons de massa tão elevada como a PSR J0348+0432. Este objeto oferece a oportunidade única de levar estes testes a territórios literalmente desconhecidos.
A equipe combinou as observações da anã branca, obtidas pelo Very Large Telescope do ESO, com o sinal muito preciso do pulsar obtido pelos radiotelescópios.
Um sistema binário tão próximo emite ondas gravitacionais e perde energia, o que faz com que o período orbital varie ligeiramente, sendo que as previsões para esta variação feitas pela relatividade geral e pelas outras teorias são diferentes.
Os dados deram razão a Einstein.
Este é apenas o começo dos estudos detalhados sobre este objeto único, e os astrônomos irão utilizá-lo para testar a relatividade geral com cada vez mais precisão nos próximos meses.

domingo, 2 de março de 2014

MANUSCRITO PERDIDO DE EINSTEIN DESAFIA TEORIA DO BIG BANG

Ficheiro:Einstein1921 by F Schmutzer 4.jpg
Com a descoberta da lei do efeito fotoelétrico Einstein recebeu seu Prêmio Nobel, considerado tardio, em 1921
Um manuscrito que não foi notado por cientistas durante décadas revela que o físico alemão Albert Einstein certa vez se interessou por uma teoria alternativa ao Big Bang. O trabalho, escrito em 1931 e divulgado recentemente, é simular a uma teoria defendida pelo britânico Fred Hoyle quase vinte anos depois. A ideia foi abandonada pouco depois pelo pai da teoria da relatividade, mas mostra que ele hesitava em aceitar que o universo se formou durante um único e explosivo evento. As informações são do Huffington Post.
As primeiras evidências do Big Bang surgiram na década de 20, quando o americano Edwin Hubble e outros cientistas descobriram que galáxias distantes estão se afastando e que o universo em si está se expandindo. Isso indica que, em um passado distante, o conteúdo do cosmos observável estava comprimido em um pequeno e muito denso no espaço.

No final da década de 40, Hoyle argumentou que o espaço poderia estar se expandindo eternamente e mantendo uma densidade constante. Isso necessitaria que o universo estivesse constantemente criando massa, com partículas surgindo espontaneamente no espaço, dizia o britânico. Essas partículas então formariam novas estrelas e galáxias, que tomariam o espaço vazio criado pela expansão do universo.
O documento indica que Einstein teve essencialmente a mesma ideia com anos de antecedência. "Para a densidade da matéria permanecer constante, novas partículas devem ser formadas continuamente", escreve o alemão. O manuscrito teria sido produzido durante uma viagem à Califórnia em 1931.
Cormac O’Raifeartaigh, do Instituto de Tecnologia Waterford (Irlanda), diz que quase caiu da cadeira quando descobriu sobre o conteúdo do manuscrito. O físico e colegas publicaram suas descobertas em uma tradução para o inglês do manuscrito no site arXiv.
O manuscrito, afirmam os cientistas, provavelmente foi um rascunho a partir de uma ideia que o alemão teve. Contudo, ele teria notado que seus cálculos estavam errados - e anotações com uma caneta de cor diferente indicam isso. Ele então abandonou a ideia e não teria mais mencionado a hipótese.
O texto, contudo, evidencia a resistência de Einstein à teoria do Big Bang, que, em seus primórdios, foi considerada "abominável" pelo físico, que acreditava em um universo estático. Quando os cientistas descobriram evidências da expansão cósmica, o alemão teve que abandonar a ideia de um universo estático.
"O que o manuscrito mostra é que, apesar de ter aceitado a expansão do universo, (Einstein) estava infeliz com o universo mudando no tempo", diz Helge Kragh, da Universidade Aarhus, na Dinamarca.

sábado, 1 de março de 2014

OBSERVATÓRIO DA NASA IDENTIFICA 715 PLANETAS FORA DO SISTEMA SOLAR



O observatório espacial Kepler permitiu a identificação de pelo menos 715 planetas, quatro deles com condições que poderiam torná-los habitáveis, localizados fora do sistema solar, anunciou a Nasa nesta semana.
Kepler, lançado em março de 2009, é a primeira missão da Nasa cujo propósito é identificar "exoplanetas" e, segundo Douglas Hudgins, da Divisão de Astrofísica da agência espacial americana, "o telescópio mudou totalmente a busca".
"Há apenas 20 anos só conhecíamos dúzias de possíveis candidatos a planeta exterior e agora temos cerca de mil, a maioria descobertos nos últimos cinco anos", acrescentou Hudgings em uma teleconferência.
O método usado pelos cientistas durante anos é a "diminuição de luminosidade" que ocorre quando algum objeto transita em frente a uma estrela do ponto de vista da Terra e causa uma redução na luz vista.
O sistema de passagem, no entanto, não produz uma certeza já que pode haver outras razões pelas quais diminui a luminosidade de uma estrela vista da Terra, e, por isso, os cientistas acrescentaram uma técnica que a Nasa descreveu hoje como muito valiosa.
Jack Lissauer, cientista do Centro Ames de Pesquisa da Nasa em Moffet Field (Califórnia), explicou que entre as 150 mil estrelas observadas por Kepler, "só um par de milhares tem um padrão de diminuição da luminosidade por trânsito de um objeto".
Se o padrão de passagem é múltiplo "não ocorre ao acaso", acrescentou, mas responde à presença de candidatos mais firmes a planeta.
Jason Rowe, cientista do instituto SETI, em Mountain View (Califórnia), disse que "a presença de vários planetas em torno de uma estrela, como ocorre com nosso sistema solar, é bastante comum".
"Em sua maioria são planetas pequenos, comparados com a escala dos planetas no sistema solar e, de fato, todos eles se encontram em sistemas multiplanetários e 95% são menores que Netuno. Encontramos poucos planetas do tamanho de Júpiter", acrescentou Rowe.
"Os novos sistemas descobertos têm planetas com órbitas planas e circulares, como os planetas interiores de nosso sistema solar", continuou o pesquisador.
Sara Seager, professora de ciência e física planetária no Instituto Tecnológico de Massachusetts, destacou que o novo sistema de identificação "nos permite comparar os candidatos em grupos e isto nos leva a analisá-los muito mais rápido".
"Sabemos agora que os sistemas planetários podem ser muito diferentes de nosso sistema solar", concluiu

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O MISTÉRIO DO BIG BANG: SEIS TEORIAS DE UMA BOMBA CÓSMICA


Nos anos 1980, físicos bolaram a ideia de que o universo passou por um período logo depois do BIG Bang em que cresceu exponencialmente uma teoria chamada inflação do universo. Foto: Divulgação
Em 1964, uma dupla de engenheiros da Bell Labs, em Nova Jersey, nos EUA, tentou construir uma antena melhor e acabou descobrindo as origens do universo.
Depois de descartar o barulho da cidade, bombas nucleares e fezes de pombos, Arno Penzias e Robert Wilson mostraram que um estranho barulho de rádio em suas leituras eram o primeiro sinal confirmado da Radiação Cósmica de Fundo (RCF). Deste antigo brilho que surgiu como resultado do Big Bang e agora permeia o universo como a radiação cósmica de fundo.
A descoberta solidificou a teoria do Big Bang como a nossa melhor explicação para as origens cósmicas, e Penzias e Wilson ganharam um prêmio Nobel. Agora, 50 anos depois, a RCF tem nos ajudado a descobrir a idade do universo, sua forma e componentes, bem como detalhes sobre como ele evoluiu. Mas, como quase toda descoberta, a RCF levantou questões novas e mais inquietantes. Aqui estão seis dos maiores mistérios provocados pelos estudos do Big Bang.
1. Por que o universo é tão suave? 
Em um primeiro momento, mapas da RCF pareciam bom demais para serem verdade. Após o Big Bang, a matéria deveria ter voado destroçada e formado aglomerados. Mas a RCF mostrou que o universo era incrivelmente uniforme, como se as regiões distantes de alguma forma ficassem em contato durante a expansão inicial do universo.
Nos anos 1980, físicos bolaram a ideia de que o universo passou por um período logo depois do BIG Bang em que cresceu exponencialmente – uma teoria chamada “inflação cósmica do universo”.
Mapas recentes da RCF confirmaram algumas das previsões deste modelo, mas não de todos. Mesmo que a teoria seja verdadeira, nós ainda não temos idéia do que causou a inflação, quando começou e por que parou. Poderemos ter uma resposta em breve. A inflação deveria ter abertos rasgos no espaço-tempo chamados de ondas gravitacionais, e assinaturas destas ondas deveriam aparecem em mapas de alta resolução de RCF, diz Avi Loeb, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics in Cambridge, Massachusetts.
2. O que havia antes do Big bang? 
A inflação do universo apagou qualquer registro do que veio antes da rápida expansão, então não podemos responder a essa pergunta apenas olhando para o céu. Além disso, o universo teve um início tão quente e denso que as equações que usamos para descrever sua expansão e evolução foram quebradas.
Uma teoria que unifique estas equações com mecânica quântica poderia fazer previsões matemáticas do que teria existido antes do Big Bang, mas tal teoria permanece um mistério. Claro que isso não impediu as pessoas de usar a RCF para especular sobre universos que transitam por explosões e contrações ou multiversos que brotam de um único universo.
3. Poderia ter emergido vida primitiva logo após o Big Bang?
A luz da RCF vem de gás superaquecido, ou plasma, que preencheu o universo primordial. A matéria que resfriou com o tempo deu origem a estrelas e galáxias, e o espaço de hoje é muito frio para hospedar vida como conhecemos em mundos e estrelas. Mas leituras da temperatura da RCF mostram que, meros 15 milhões de anos após o Big Bang, tudo ainda seria quente o suficiente para fazer do universo inteiro uma grande zona amigável. Esse período teria durado alguns milhões de anos, tempo suficiente para micróbios emergirem mas não a vida complexa.
4. O que são matéria escura e energia escura
Os astrônomos já sabiam em 1964 que algumas partes do universo tinham mais matéria do que podíamos ver: baseado no nosso entendimento de gravidade, as galáxias dançavam em torno de aglomerados e giravam mais rápido em seus eixos do que a sua matéria visível as permitiria sem serem destroçadas.
A RCF nos mostrou que esta matéria que não pode ser vista compõe 80% de toda a matéria do universo. Mas nós ainda não sabemos do que este material misterioso é feito, ou se irá aparecer em experimentos ou detectores.
Ademais, estudos de supernovas revelaram em 1998 que o universo não apenas está se expandindo desde o Big Bang, como também voa em separado em um nível acelerado. Este efeito é atribuído à estranha força chamada energia escura, e a RCF revelou que ela compõe 68% de tudo no universo. Além disso, a energia negra permanece como uma das mais misteriosas forças na Física.
5. Qual é o destino final do universo? 
Estudos da RCF poderiam nos ajudar a traçar a comportamento da energia escura através do tempo, para, em última análise, nos dizer o que pode acontecer caso o universo chegue e a um fim. Se a energia escura crescer constantemente em força, então o universo pode estar condenado a se destroçar por dentro. Se aumentar e diminuir, entretanto, algumas estruturas podem crescer novamente das cinzas de um universo moribundo. E se a energia escura se estabilizar no nível que vemos hoje, o universo se expandirá para sempre e terminará sombrio e frio.
6. O Big Bang se tornará uma teoria intestável? 
Se a expansão sustentável continuar por muito tempo, uma simples onda de comprimento da RCF será tão alargada quanto o próprio universo. Isso significa que qualquer ser humano que estiver por perto daqui a um trilhão de anos não será capaz de detectar a Radiação Cósmica de Fundo, RCF, diz Loeb. “A noção que temos do estudo cosmológico sera perdido, porque nós não seremos capazes de encontrar qualquer traço do Big Bang no céu”, diz ele. “No futuro, teremos uma história do Big Bang, mas não teremos como verificar”.​

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

TELESCÓPIOS CAPTURAM O MAIOR IMPACTO LUNAR JÁ REGISTRADO


O flash foi captado por dois telescópios em observatório na Espanha. Foto: Reprodução
O caso aconteceu em 11 de setembro de 2013, quando dois telescópios registraram o momento em que um meteorito de 400 quilos se chocou contra a Lua a uma velocidade de 61 mil km/h. 
Astrônomos capturaram o momento em que um pedaço de rocha se chocou contra a Lua. O choque foi tão forte que o flash pôde ser visto da Terra à olho nu. O meteorito de 400 quilos e cerca de um metro de diâmetro viajava a 61mil km/h e colidiu com uma cratera de 40 metros de largura que se encontrava na superfície da Lua, a Mare Nubium. O episódio é considerado o maior impacto lunar já registrado, de acordo com o Guardian.
A energia do impacto foi equivalente a de 15 toneladas de TNT – ao menos três vezes maior que o recorde lunar anterior, observado pela NASA em março de 2013.
O evento foi registrado às 8h07 da noite (horário de Greenwich) por dois telescópios espanhóis que monitoram a lua e que fazem parte do projeto Midas (Moon Impacts Detection and Analysis System – Detecção de Impactos na Lua e Sistema de Análises). Os equipamentos que estavam na Sevilha, sul da Espanha estavam apontados para o lado não iluminado da lua, onde os lampejos brilhantes resultantes de impactos são mais fáceis de ser detectados. A rocha que atingiu a Lua teria queimado na atmosfera terrestre antes de atingir a superfície.
Diferentemente da Terra, a Lua não tem uma atmosfera para protegê-la de meteoritos, por isso a superfície é coberta de crateras.
O astrônomo José Madiedo, que lidera o projeto Midas da Universidade de Huelva, viu as imagens do ataque logo depois que o software dos telescópios processou o impacto em 11 de setembro de 2013. "Quando eu vi na tela eu percebi que eu tinha testemunhado um evento raro e incomum. Era realmente enorme. Eu não poderia imaginar um evento tão brilhante", disse Madiedo.
Os telescópios capturam dezenas de impactos lunares a cada dia. Os flashes geralmente duram apenas uma fração de segundo, mas o flash do impacto de 11 de setembro durou mais tempo do que qualquer visto antes. Ao observar a lua, Madiedo espera aprender mais sobre as ameaças à Terra. "Somos vizinhos muito próximos. O que acontece na Lua também pode acontecer na Terra", disse ele. " Essa colisão mostra que a taxa de impactos no nosso planeta por as rochas deste tamanho, em torno de um metro de diâmetro, é cerca de 10 vezes maior do que pensávamos", completou.
Mas, de acordo com Madiedo, não há razão para preocupação. Ele garante que a maioria das rochas é totalmente destruída antes de chegar à Terra. Ainda que algumas partes das rochas resistam ao calor intenso e não queimem na atmosfera, elas não representam sérias ameaças ao planeta.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

PLANETAS ALIENÍGENAS PODEM NÃO PRECISAR DE GRANDES LUAS PARA APOIAR Á VIDA



Planetas alienígenas, sem grandes Luas de estabilização do clima como a que orbita a Terra ainda pode ser capaz de suportar vida, um novo estudo relata.
O trabalho de modelagem anteriores tinham sugerido que a inclinação axial da Terra , ou obliquidade, que variam muito ao longo do tempo se estende sem influência gravitacional de sua  lua se firmando e criando enormes oscilações climáticas que se tornam difícil para a vida  obter uma posição como em nosso planeta.
Mas isso não é necessariamente o caso, disse Jack Lissauer do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, Califórnia
"Se a Terra não tem uma lua, com a sua obliquidade - e, portanto, o seu clima - que podem variar, de fato, muito mais do que ele faz no momento", disse Lissauer durante uma apresentação em dezembro na reunião anual da American Geophysical Union, em San Francisco. "Mas é longe de ser tão ruim quanto foi previsto com base em modelos anteriores."
Enquanto a vida nós não podemos tê-las encontrado ainda, mas eles podem estar  lá fora. - Aliens são apenas parte da ficção científica. De mais eu não tenho certeza.
Uma lua anormalmente grande
A maioria dos pesquisadores acreditam que a lua formada a partir de material soprado para o espaço quando um corpo do tamanho de um planeta misterioso se chocou contra a Terra cerca de 4,5 bilhões de anos atrás.
A lua é de 27 por cento do tamanho da Terra e um por cento da massa, tornando-se um excêntrico celestial. Nenhum outro planeta não-anão no sistema solar abriga uma lua tão grande em relação a si mesmo, e tão enormes satélites parecem ser raras até nas regiões mais distantes do Universo, tal como, disse Lissauer.
"Se luas gigantes eram comuns em torno de exoplanetas, então Kepler teria encontrado um por agora", disse ele, referindo-se ao caça-planeta da NASA Kepler telescópio espacial .
A forte atração gravitacional da Lua mantém a Terra em linha, limitando o axial de inclinação do planeta para entre 22 graus e 24,6 graus em relação à vertical ao longo do tempo, disse Lissauer. Isso minimizou oscilações climáticas dramáticas, talvez fazendo da Terra um lugar mais adequado para a vida evoluir e prosperar.
De fato, alguns pesquisadores acreditam que a Terra sem lua seria provavelmente sem vida, baseando esta conclusão sobre o trabalho de modelagem, sugerindo que a inclinação axial do planeta em tal caso, que variam de 0 graus por todo o caminho até 85 graus.
Com uma inclinação de 0 graus, o sol estaria sempre em cima na linha do equador e os pólos facariam praticamente sem luz. Uma obliquidade de 85 graus ia virar o planeta de forma que os pólos passariam a ter o sol, alternadamente, resultando em quase seis meses de sol para o Hemisfério Norte durante o verão e quase seis meses de escuridão durante o inverno.
Lançando 0-85 graus "seria realmente lançar o clima em caos total, mesmo em um planeta que foi principalmente de oceanos e algumas ilhas, pequenos continentes, o que poderia, se pensar em um clima mais justo por causa da influência de amortecer a maior cobertura de água ", disse Lissauer.
A vida precisa de uma lua?
Lissauer e seus colegas planejaram o seu próprio modelo,e em seguida, correram várias simulações de computador para investigar como a inclinação axial da Terra sem lua poderiam variar ao longo do tempo que se estende - até 4 bilhões de anos.
Eles encontraram maiores mudanças no que a Terra experimenta obliquidade com sua lua anormalmente grande (o que ajuda a estabilizar o planeta contra os vários puxões gravitacionais de outros corpos do sistema solar). Mas essas variações estavam longe de ser tão dramática como aqueles previstos pelo trabalho anterior.
Durante a execução da simulação de 100 milhões de anos, por exemplo, a inclinação da Terra nunca chegou até 40 graus ou para baixo até 10 graus, disse Lissauer.
"Para prazos que são relevantes para a vida avançada, ele muda por talvez mais ou menos 10 graus - muito maior do que nós temos com a nossa lua, mas muito menor e muito menos efeitos climáticos [do que o previsto por modelos anteriores]", ele disse. "O comportamento característico é muito bem-comportado, na maioria dos casos."
As mudanças na obliquidade, acrescentou, seria ainda menos pronunciada se a Terra tevesse rotação retrógrada - ou seja, se o nosso planeta girasse em torno de seu eixo na direção oposta àquela em que ele está viajando ao redor do sol. (Neste caso, o sol nascer no oeste e iria se pôr no leste.)
Os resultados das simulações do grupo pode ter aplicações além de jogar o que se faz nos jogos com a Terra e sua história climática, disse Lissauer. Em vez disso, eles poderiam ajudar a informar e moldar a busca permanente de exoplanetas capazes de acolher a vida como a conhecemos.
"Nós não estamos falando, realmente, da Terra sem a Lua como um modelo realista para a Terra, a menos que alguém vá lá e destrua a lua", disse ele. "Nós estamos usando isso como o primeiro caso de estudo de um exoplaneta plausível, e nós vamos usar alguns cálculos futuros - vamos fazer a mesma coisa com outros sistemas."
Os primeiros alvos de estudo futuro será sistemas teóricos cujas características provavelmente será inspirado por planetas reais descobertos pelo telescópio Kepler, Lissauer acrescentou.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

ASTRÔNOMOS EXAMINAM NÚCLEO DE ESTRELA ANTES DE ELA EXPLODIR


Um grupo de cientistas conseguiu pela primeira vez na História penetrar no coração de uma estrela minutos antes de sua explosão, levantando o véu de um dos maiores mistérios da Astronomia, presente na origem da matéria e da vida. 
As observações feitas com o telescópio de raios-X NuSTAR, lançado pela Nasa em 2012, permitiram recriar o mapa de ondas de choque que provavelmente causaram a morte de uma estrela em 1671 para dar origem à supernova Cassiopeia, que está a 11.000 anos-luz da Terra. 
Os vestígios dessa estrela foram fotografados por muitos telescópios, ópticos, infra-vermelhos e de raios-X, mas as imagens obtidas até agora não têm precedentes, explicaram os autores da descoberta, publicado na revista britânica "Nature". 
As imagens mostram como os vestígios estelares entram em colisão na onda de choque com o gás e a poeira circundante e se aquecem no processo. 
O telescópio NuSTAR foi capaz de recriar a primeira emissão de raios-X de alta energia proveniente de materiais criados no próprio núcleo da estrela que explode. A energia liberada empurra as camadas externas da estrela, e os escombros são lançados a mais de 5.000 km/segundo por todo o cosmos. 
"Esta observação é um dos avanços mais importantes em Astrofísica de alta energia há décadas", avalia o professor de Física Steven Boggs, da Universidade Berkeley. da Califórnia, e um dos co-autores do trabalho. 
Embora seja possível observar os materiais radioativos, "temos uma vista mais completa, como nunca se teve, do que acontece no coração da explosão", explicou o astrônomo Brian Grefenstette, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, durante uma coletiva por telefone. 
Esses dados ajudarão os astrônomos a elaborar - nos computadores - modelos em três dimensões da explosão das estrelas e compreender certas características misteriosas das supernovas, segundo os cientistas. 
"As supernovas produzem e ejetam no cosmos a maior parte dos elementos que são importantes para a vida tal como a conhecemos", disse Alex Filippenko, professor de Astronomia de Berkeley. 
"Compreender o mecanismo da explosão de uma estrela é fundamental para tentar entender de onde viemos e remontar à origem de todos os materiais que nos cercam como carbono, o ferro, o cálcio", explicou Grefenstette, acrescentando: "nós somos de fato poeira das estrelas". 
"O núcleo radioativo age como uma sonda das explosões das supernovas, o que nos permite ver diretamente as densidades e as temperaturas nos processos nucleares, aos quais não temos acesso nos laboratórios terrestres", explicou Boggs. 
Desde a explosão de Cassiopeia, há 343 anos, seus restos se dispersaram cerca de 10 anos-luz no cosmos, amplificando as características desse cataclismo estelar que podemos observar da Terra, afirmaram os astrônomos. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

OBSERVAÇÕES INDICAM QUE ASTREROIDES PODEM TER NÚCLEOS VARIADOS

A Anatomia de hum asteroide
05 de fevereiro de 2014

New Technology Telescope  ESO ( NTT) Tem Sido Utilizado para encontrar a Primeira Evidência de Que os asteroides podem ter uma estrutura interna altamente variada . 
Ao fazer medições  requintadamente precisas astrônomos descobriram como Asteróides tem diferentes  densidades .  Alem de Revelar Segredos sobre a Formação do asteroide , Descobrir o que esta abaixo  da Superficie dos asteroides também podem  lançar luz sobre o que acontece quandos Corpos se chocam no Sistema Solar, e fornecer Pistas sobre Como os Planetas se formam .
Usando observações Terrestres muito precisas  , Stephen Lowry (Universidade de Kent, REINO UNIDO) e seus colegas mediram a velocidade com que  um asteroide Próximo à Terra ( 25143 ) Itokawa gira e Como essa taxa de Rotação está mudando ao longo do tempo . eles combinaram essas observações delicadas com novo Trabalho teórico sobre asteroides de como eles irradiam calor .
Este Pequeno asteroide é um assunto intrigante , pois tem uma  forma de amendoim  muito estranha , Como revelado Pela sonda japonesa Hayabusa los 2005. Para Sondar a sua estrutura interna , u ma equipe de Lowry utilizou Imagens recolhidas 2001-2013 , do Telescópio Opaco do Eso New Technology ( NTT) , No Observatório de La Silla , no Chile, ,  Medir sua variação de Brilho à Medida em que ele gira. Estes Dados mostram um sincronismo  e deduz um periodo de Rotação do asteroide com muita precisão e determinam como ele esta mudando ao longo do tempo . Quando combinado com o conhecimento de forma  fazer o permitir Explorar o Seu interior - Revelando a complexidade dentro de Seu núcleo , Pela Primeira Vez .
"Esta è a primeira vez em Que jamais foi capaz de determinar o núcleo  dentro de hum asteroide "  Lowry. " Podemos ver. que o Itokawa tem uma estrutura Muito variada - . Este achado é um Passo Significativo na Nossa compreensão de Corpos rochosos que vagam no Sistema Solar "
O giro de um asteroide é Para nós a ligação de pequenos corpos no Espaço e pode Ser afetado Pela luz solar . Esse fenômeno , conhecido Como o Efeito Yarkovsky , ocorre quando uma luz absorvida Pelo Sol é re- emitida a Partir da Superficie a fazer com que o objeto brilhe na forma de calor . quando uma forma de fazer  o Asteroide  girar muito irregular, no calor e a localidade : Não Irradiada uniformemente e issoo cria uma  pequena , mas Constante , giro sobre o corpo binário e muda a sua velocidade de rotação .

domingo, 23 de fevereiro de 2014

CHANDRA DA NASA OBSERVA PULSAR FUGITIVO DISPARANDO JATO DE ENERGIA MEGAGIGANTESCA


Imagem composta de pulsar IGR J11014-6103.Crédito de imagem: Raios-X: NASA / CXC / ISDC / L.Pavan et al, Radio: CSIRO / ATNF / ATCA O
Observatório de Raios-X Chandra da NASA viu um pulsar rápido de movimento escapando de um remanescente de supernova enquanto ia expelindo um jato de energia recorde - a mais longa de qualquer objeto na galáxia Via Láctea - com  partículas de alta energia.
O pulsar, um tipo de estrela de nêutrons, que é conhecida como IGR J11014-6103. Tem o comportamento peculiar do IGR J11014-6103 provavelmente pode ser rastreada até ao seu nascimento em colapso e subseqüente explosão de uma estrela massiva.
Originalmente descoberto com o INTEGRAL satélite da Agência Espacial Europeia, o pulsar está localizado a cerca de 60 anos-luz de distância do centro da remanescente de supernova SNR MSH 11-61A na constelação de Carina. Sua velocidade implícita é entre 2,5 milhões e 5 milhões mph, tornando-se um dos pulsares mais rápidos de sempre já observados.
"Nós nunca vimos um objeto que se move este produz rápido e também um jato", disse Lucia Pavan, da Universidade de Genebra, na Suíça, e principal autor de um artigo publicado terça-feira, na revista Astronomy and Astrophysics. "A título de comparação, este jato é quase 10 vezes maior do que a distância entre o Sol e a nossa estrela mais próxima."
O jato de raios-X em IGR J11014-6103 é a mais longa conhecida na Via Láctea. Além de sua extensão impressionante, tem um padrão de saca-rolhas distinta que sugere que o pulsar está balançando como um pião.
IGR J11014-6103 também está produzindo um casulo de partículas de alta energia que encobre  trilhas por trás dele em uma cauda de cometa. Esta estrutura, chamada de nebulosa do pulsar de vento, tem sido observada antes, mas os dados do Chandra mostram o longo jato e a nebulosa pulsar de vento são quase perpendiculares entre si.

"Nós podemos ver este pulsar está se movendo diretamente para longe do centro do remanescente de supernova com base na forma e direção da nebulosa pulsar de vento", disse o co-autor Pol Bordas, da Universidade de Tuebingen, na Alemanha. "A questão é, por que o jato apontando para fora nesta outra direção?"
Normalmente, o eixo de rotação e jatos de um ponto de pulsar na mesma direção em que eles estão se movendo, mas o eixo de rotação do IGR J11014-6103 e a direção do movimento são quase em ângulo reto.
"Com a pulsar em movimento para um lado e o jato vai para outra, isso nos dá pistas de que a física exótica podem ocorrer quando algumas  estrelas entram em colapso", disse o co-autor Gerd Puehlhofer também da Universidade de Tuebingen ..
Uma possibilidade requer uma velocidade de rotação extremamente rápida para que o núcleo de ferro da estrela que explodiu. seja um problema e com este cenário é que essas velocidades não são comumente esperado para ser viável.
O resto de supernova que deu origem ao IGR J11014-6013 é alongado de cima com o botão direito na imagem para mais ou menos em linha com a direção do jato inferior esquerdo. Estas características e a alta velocidade do pulsar são dicas que os jatos poderiam ter sido uma característica importante da explosão de uma supernova que se formou.
Marshall Space Flight Center da NASA, em Huntsville, Alabama, gerencia o programa Chandra para a Ciência Mission Directorate da NASA em Washington. O Observatório Astrofísico Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, controla as operações científicas e de voo de Chandra.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

RXTE REVELA O QUE HÁ NOS CENTROS NUBLADOS DE GALÁXIAS ATIVAS


Imagine uma única nuvem grande o suficiente para abranger o sistema solar contra o sol para além da órbita de Plutão.Crédito de imagem: Goddard Space Flight Center / Wolfgang Steffen, da NASA, UNAM
 Agora imagine muitas dessas nuvens que orbitam em um vasto anel no centro de uma galáxia distante, ocasionalmente, escurecendo a luz de raios-X produzido pelo monstruoso buraco negro da galáxia.
Usando dados de NASA Rossi X-ray Timing Explorer, (RXTE) via satélite, uma equipe internacional descobriu uma dezena de casos em que os sinais de raios-X de galáxias ativas obscurecidas, como resultado de uma nuvem de gás em movimento em toda a nossa linha de visão. O novo estudo triplica o número de eventos de nuvens previamente identificadas num arquivo de 16 anos.
Zoom no coração nublado de uma galáxia ativa. Esta animação mostra a capitulação de um artista da estrutura nublada revelada por um estudo de dados de Rossi X-Ray Timing Explorer, satélite da NASA.
No coração da maioria das grandes galáxias, incluindo a nossa própria Via Láctea, esconde-se um buraco negro supermassivo pesando milhões a bilhões de vezes a massa do sol. Como o gás cai em direção a um buraco negro, que reúne em um chamado disco de acreção e com a gravidade torna-se comprimido esmagado e aquecido,e em última análise, emitindo raios-X. Os centros de algumas galáxias ativas produzem emissões extraordinariamente poderosas que excede a produção de energia do Sol por bilhões de vezes. Estes são os núcleos galácticos ativos, ou AGN.
"Uma das grandes questões não respondidas sobre AGN é como o gás de milhares de anos-luz afunila no disco de acreção que esquenta a milh~es de graus célcios e que alimenta o buraco negro supermassivo", disse Alex Markowitz, um astrofísico da Universidade da Califórnia, San Diego e do Karl Remeis Observatório em Bamberg, na Alemanha diz: "Entender o tamanho, a forma e número de nuvens longe do buraco negro nos dará uma idéia cada vez melhor de como este mecanismo de transporte opera."
O estudo é o primeiro levantamento estatístico dos ambientes em torno de buracos negros supermassivos e é o mais longo estudo AGN-a monitorização ainda realizado em raios-X. No papel, o que irá aparecer em uma futura edição da Monthly Notices da Royal Astronomical Society e agora é publicado on-line, os cientistas descrevem várias propriedades das nuvens ocultando, que variam em tamanho e forma, mas em média de 4.000 milhões milhas cerca de (6.500 milhões km ) de diâmetro - maior do que a distância de Plutão ao Sol - e duas vezes a massa da Terra. Eles orbitam algumas semanas luz a alguns anos-luz do centro do buraco negro.
Instrumentos de medida RXTE com variações na emissão de raios-X em escalas de tempo tão curtos como microssegundos e enquanto anos através de uma extensão de energia de largura, de 2.000 a 250.000 elétron-volts. Para efeito de comparação, a energia de um raio-X odontológico típico é de cerca de 60 mil elétron-volts. NASA descomissionado o observatório em 2012, após 16 anos de operação bem sucedida em órbita da Terra.
"Porque RXTE realizadas observações sustentados de muitos destes AGN, a nossa pesquisa é sensível a uma ampla gama de eventos em nuvens, daqueles tão breve quanto cinco horas para contanto do que 16 anos", disse o co-autor Robert Nikutta, um teórico de Andrés Universidade Bello, em Santiago, Chile.
Durante décadas, os astrônomos explicaram as diferentes propriedades observadas de AGN, sugerindo que a "rosquinha" relativamente uniforme de poeira e gás circunda o buraco negro e se estende vários anos-luz de distância dele. Com Interferência  deste material é menor quando acontece ao estar olhando para o donut de cima ou de baixo e maior quando a vemos do lado. Agora os astrônomos estão se movendo em direção a uma nova geração de modelos que vêem o donut como uma coleção de muitas nuvens individuais principalmente distribuída ao longo de seu plano central, uma visão apoiada pelo estudo RXTE.
Um dos eventos mais incomuns da equipe apareceram ocorreu em NGC 3783, uma galáxia espiral barrada localizada 143 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Centaurus. "Em 2008, a AGN esmaecido duas vezes durante um período de 11 dias e não chegou a seu brilho típico de raios-X dentro desse prazo," disse o co-autor Mirko Krumpe do Observatório Europeu do Sul em Garching, Alemanha. "Isso pode ser causado por, uma nuvem filamentar alongada, talvez um que está em processo de ser despedaçado pelo buraco negro."