quinta-feira, 19 de novembro de 2015

VULCÕES DE GELO PODEM ESTAR ATIVOS EM PLUTÃO

Plutão ainda apresenta geologia ativa.
Plutão continua surpreendendo os especialistas com sua grande complexidade...
Quem não se lembra daquele famoso Coração de Plutão?! Pois é... o fato é que, ao sul dessa região bem conhecida, os cientistas encontraram algo bastante incomum, que parece ser um enorme vulcão de gelo!
Imagens da sonda New Horizons da NASA identificaram não apenas um, mas dois picos que se elevam a cerca de 6 quilômetros de altura sobre a superfície do planeta anão, e no topo desses picos enormes, podemos ver buracos profundos, e até onde se sabe, essas características são encontradas apenas em vulcões.
vulcão em Plutão
Vulcão em Plutão.Imagem feita pela sonda New Horizons mostra um possível vulcão de gelo na superfície de Plutão.Chamado de Wright Mons, ele possui 160 quilômetros de largura e 4 km de altura. No centro da imagem (pico do monte) podemos ver a cratera de abertura do possível vulcão.
Créditos: NASA / New Horizons / SRI
Como um minúsculo mundo gelado nos confins do Sistema Solar, Plutão permaneceu praticamente desconhecido até julho de 2015, quando a sonda espacial New Horizons se aproximou do planeta anão mostrando sua características pela primeira vez. Antes de conhecermos Plutão de perto, os cientistas acreditavam que ele era gelado demais, e não tinha meios para manter um calor interno suficiente para alimentar processos geológicas, como fluxos de geleira e vulcanismo. Mas a medida que os dados da sonda chegam na Terra, os cientistas se surpreendem com sua superfície, que é mais jovem do que se esperava, o que sugere processos geológicos e camadas internas quentes.
E para provar que Plutão não é apenas uma simples bola de gelo do Sistema Solar, encontramos duas enormes montanhas com centenas de quilômetros de diâmetro, ao sul do "Coração de Plutão". As montanhas foram informalmente chamadas de Wright Mons e Piccard Mons, e cada um dos picos hospeda uma cratera central.
'Vulcões de Gelo' no Sistema Solar
"Estas são duas características extraordinárias", disse Oliver White, pesquisador da missão New Horizons no Centro de Pesquisa Ames da Nasa. "Nada como isso já foi visto no Sistema Solar."
Os vulcões do nosso planeta expelem rocha derretida, mas os vulcões de gelo em Plutão podem expelir algo como água congelada, nitrogênio, amônia ou metano.
Existem outros corpos que possuem vulcões no Sistema Solar, como Io, lua de Júpiter por exemplo, que é o corpo com a maior quantidade de vulcões ativos em todo o nosso sistema Solar. Mas vulcões de gelo são muito raros.
A lua congelada Enceladus, de Saturno, é conhecida por ejetar material congelado em seu pólo sul, mas a fonte vem de fissuras no chão, e não de montanhas como vulcões. Vulcanismo de gelo também foi uma hipótese levantada em Titã, lua de Saturno, mas como Oliver salientou, eles foram identificados por radar, e não foram claramente vistos como esses de Plutão. "Esta é a primeira vez que vemos grandes estruturas vulcânicas de gelo, com aparência igual a dos vulcões que temos na Terra", disse Oliver White.
vulcões em Plutão
Créditos: NASA / New Horizons / SRI
Seriam mesmo vulcões de gelo? "Seja o que for, elas são muito estranhas", disse Oliver. "Vulcões é a hipótese menos estranha no momento."
Embora as características suportem uma forte semelhança com vulcões, o pesquisador da New Horizons, Jeff Moore, disse que a NASA ainda não estava pronta para anunciar de forma conclusiva a descoberta de vulcões ativos em Plutão.
Os cientistas ainda não sabem o que poderia estar gerando o calor interno em Plutão, necessário para criar vulcões em sua superfície. Uma possibilidade apresentada é de que exista um manto com um tipo de pasta de amônia e água abaixo da superfície. Outra possibilidade é de que o núcleo rochoso, inicialmente aquecido durante a formação do planeta anão, tenha calor necessário para derreter o gelo, mas não para liberar lava, o que em teoria, poderia acontecer nesse vulcão.
Outro ponto curioso é que grande parte de Plutão não apresenta crateras de impacto, o que sugere uma superfície nova, de apenas alguns milhões de anos, e não de 4 bilhões de anos, quando ocorreu a formação do planeta anão. Seria culpa desses dois vulcões?
Os cientistas ainda contam com a possibilidade de que esses dois grandes picos sejam apenas uma pequena parte de uma grande cadeia de vulcões em Plutão, mas infelizmente, o campo de visão da New Horizons não teria registrado essas áreas. Portanto, não há como identificar essas regiões com os dados adquiridos durante o voo rasante da sonda New Horizons. "Nós teremos que voltar lá daqui a cem anos e conferir", disse Oliver.
Fonte: NASA / Space / Dailygalaxy / New Horizons
Imagens: (capa-ilustração/Galeria do Meteorito) / NASA / New Horizons / SRI

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

ASTEROIDE PASSOU RASPANDO NA TERRA POUCAS HORAS APÓS A SUA DESCOBERTA

asteroide próximo da Terra
Ele chegou mais próximo do que os satélites geoestacionários, e foi descoberto apenas algumas horas antes de sua máxima aproximação!
Uma pequena rocha espacial descoberta no dia 14 de novembro passou muito perto da Terra, apenas algumas horas depois de ser detectada.
O asteroide 2015 VY105 estava se movendo a uma velocidade de mais de 62.000 km/h quando passou sobre o Oceano Pacífico no dia 15 de novembro de 2015 às 02h47 UTC (11h47 do dia 14 pelo horário de Brasília). Durante essa grande máxima aproximação. a rocha passou  a apenas 34.000 quilômetros da Terra, ou seja, mais próximo do que satélites de televisão, satélites meteorológicos e outros tipos de satélites geoestacionários, que orbitam nosso planeta a cerca de 36.000 km acima da superfície.
Orbita do asteroide 2015 VY105
Órbita do asteroide 2015 VY105. Créditos: NASA / JPL
O Observatório Catalina Sky Survey, no Arizona, foi o primeiro a observar asteroide 2015 VY105. Quando o Minor Planet Center da União Astronômica Internacional anunciou sua descoberta, disseram que se tratava de um asteroide do tipo Apollo, uma classe de objetos que às vezes intercepta a órbita da Terra. O asteroide 2015 VY105 parece ter um tamanho entre 3 e 9 metros de diâmetro.
A Terra foi ameaçada?
Na verdade não (dessa vez). Pelo tamanho do objeto, a maior parte dele iria se desintegrar na atmosfera, gerando uma super bola de fogo impressionante nos céus. E como a superfície do nosso planeta é composta por 70% de água, as chances seriam, caso houvesse alguma colisão do asteroide 2015 VY105, que ela teria ocorrido em algum dos imensos oceanos, e ainda assim, não seria suficiente para gerar tsunamis ou algo parecido.
asteroide próximo da Terra
Ilustração de asteroide próximo da Terra.Créditos: ESA / P. Carril
Quanto aos nossos satélites, o espaço entre eles é muito grande, o que torna improvável que um deles seja atingido por um objeto, mas claro, não é impossível. Em 2009, os operadores do satélite Iridium 33 perderam comunicação, e algumas horas depois, as agências que rastreiam detritos espaciais encontraram o satélite Iridium 33 em vários pedaços. Ele foi atingido em cheio pelo Kosmos 2251, um satélite russo que estava perdendo altura lentamente.
Em outubro de 2008, um pequeno asteroide chamado 2008 TC3 entrou na atmosfera da Terra e se desintegrou sobre o Sudão, na África, apenas 19 horas após ser detectado pela primeira vez. Seu tamanho era de aproximadamente 4 metros, e não causou nenhum dano. No entanto, vários fragmentos resultantes da explosão na atmosfera foram encontrados na região.
Recentemente, um asteroide muito maior passou a cerca de 1,3 distâncias lunares. O 2015 TB145, que tinha aproximadamente 600 metros de diâmetro, foi observado por astrônomos profissionais e amadores, que observaram o ponto de sua máxima aproximação. Ele ficou conhecido como o Asteroide do Dia das Bruxas (Halloween Asteroid em inglês).
Apesar de ter passado mais distante, o asteroide 2015 TB145 foi detectado apenas 3 semanas antes de sua maior aproximação.
Eventos assim nos mostram que devemos melhorar ainda mais o nosso sistema de detecção. Podemos nos considerar extremamente sortudos, afinal, com tantos objetos passando próximos da Terra, percebemos que o fato de não sermos atingidos (ainda) é mais uma questão de sorte...

terça-feira, 17 de novembro de 2015

POSSÍVEL MEGA ESTRUTURA PODE ESTAR SE COMUNICANDO,MAS NÃO COM A TERRA

mega estrutura alienigena estrela kic 8462852
Afirma SETI mega estrutura alienigena estrela kic 8462852. Vários telescópios já estão apontados para a estrela em questão. Mas o que foi captado?
Se existem civilizações alienígenas fazendo transmissões de dados ao redor de uma estrela distante, os sinais são fracos demais para serem detectados por nós aqui na Terra.
A estrela KIC 8462852 chamou a atenção do mundo em outubro de 2015, quando cientistas anunciaram evidências de escurecimento periódico de 20% ou mais, o que algumas pessoas teorizaram que seriam causados pela sombra de uma mega estrutura alienígena. No entanto, as observações de KIC 8462852 feitas por pesquisadores do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence ou Busca por Inteligência Extraterrestre) na Califórnia, não conseguiram até agora capturar sinais de rádio que poderiam indicar algum tipo de transmissão alienígena.
ATA telescope - SETI
ATA telescope - SETI Allen Telescope Array (ATA) usado para detectar possíveis sinais de uma hipotética civilização extraterrestre avançada ao redor da estrela KIC 8462852.
Créditos: Seth Shostak / SETI
"A história da astronomia nos mostra que todas as vezes que pensamos ter encontrado um fenômeno ligado a atividades extraterrestres, estávamos errados", comenta o astrônomo Seth Shostak do instituto SETI. "Mas embora seja muito provável que trata-se apenas de um comportamento estranho e natural da estrela, é prudente verificarmos os fatos para ter certeza."
"Não há evidências claras"
O telescópio espacial Kepler tem a missão de encontrar planetas em torno de estrelas distantes, através das quedas de brilho das estrelas quando seus planetas passam na sua frente. As observações feitas na estrela KIC 8462852 mostraram que ela estava escurecendo de uma maneira muito peculiar, e extremamente diferente de tudo que já vimos antes. Por conta desse escurecimento estranho, alguns astrônomos deduziram que poderia ser alguma estrutura gigantesca que passava na frente da estrela durante nossas observações.
Além disso, foram propostas várias explicações naturais, incluindo a presença de um enxame de cometas que orbitam a estrela. KIC 8462852 encontra-se a 1.480 anos-luz da Terra na constelação de Cygnus (Cisne), entre as estrelas Deneb e Rukh, próximo do aglomerado de estrelas NGC 6866, como mostra na imagem abaixo:
localização da estrela KIC 8462852
Localização da estrela KIC 8462852 na constelação do Cisne, próximo do aglomerado de estrelas NGC 6866 Créditos: Wikimedia Commons / Roberto Mura.
Mas considerando todas as possibilidades, a que cativou a atenção do público em geral foi a ideia de que a estrela estudada por Kepler poderia hospedar mega-estruturas alienígenas em órbita, que seriam construídas por civilizações tecnologicamente avançadas.
Com esta possibilidade em mente, o Instituto SETI apontou o Allen Telescope Array (ATA) para a estrela em questão, observando-a por mais de duas semanas.
O telescópio ATA examinou a estrela em dois tipos diferentes de sinais:
Banda estreita - compõem a maioria das pesquisas do SETI, e são consideradas plausíveis para as sociedades avançadas como uso de um "sinal de saudações" no caso de presença de outras civilizações;
Banda larga - poderia vir de espaçonaves alienígenas em manutenção ou qualquer outro projeto em torno da estrela, e poderia haver vazamento de feixes intensos de microondas na espaçonave.
"Esta é a primeira vez que usei o Allen Telescope Array para procurar sinais de banda larga, um tipo de emissão que, geralmente, não é considerado em pesquisas do SETI", disse Gerry Harp, cientista do instituto SETI.
Mas apesar dos grandes esforços, o SETI anunciou em um comunicado feito no dia 05 de novembro que não havia nenhuma evidência clara de qualquer sinal de civilizações extraterrestres. A pesquisa exclui transmissores omnidirecionais que usam uma quantidade mínima de energia para transmitir o seu sinal. Esse mínimo é de cerca de 100 vezes a quantidade total de energia usada atualmente na Terra (via terrestre) para os sinais de banda estreita, e 10 milhões de vezes maior do que para as emissões de banda larga, disseram os pesquisadores.
Os resultados não eliminam a possibilidade de que estejam ocorrendo comunicações alienígenas em torno da estrela, mas sim que, se existem, elas são fracas demais para serem captadas aqui na Terra através da tecnologia que utilizamos. A principal limitação seria a grande distância entre a Terra e a estrela, de cerca de 1.480 anos-luz, disseram os cientistas.
estrela KIC 8462852
Estrela KIC 8462852 no infravermelho e no ultravioleta.Créditos: 2MASS survey / GALEX
No entanto, os investigadores notam que se alguma civilização extraterrestre ao redor da estrela KIC 8462852 estivessem enviando sinais deliberadamente na direção do nosso Sistema Solar, ele saberiam qual seria a quantidade de energia necessária para ser captada aqui na Terra. Os pesquisadores observam que qualquer sociedade capaz de construir uma tecnologia tão avançada, deveria ter a capacidade de utilizar uma intensidade forte o suficiente, de centenas de bilhões de watts.
As observações da estrela vão continuar, não apenas pelo instituto SETI, mas também por diversos outros telescópios terrestres, e futuramente, por telescópios espaciais também. Mas os pesquisadores alertam: se alguma civilização alienígena avançada estiver lá fora, ao redor dessa estrela, seus habitantes não parecem estar se comunicando diretamente com a Terra.
Fonte: Wikipedia / Space
Imagens: (capa-ilustração/divulgação) / Seth Shostak / SETI / Wikimedia Commons / Roberto Mura / 2MASS survey / GALEX

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

QUANDO O SOL SE TORNAR UMA GIGANTE VERMELHA O QUE ACONTECERÁ COM A TERRA?

Artist's impression of a red giant star.
Bilhões de anos no futuro, quando o nosso Sol inchar em uma gigante vermelha, ele irá se expandir e poderá consumir a órbita da Terra. Mas, muito antes disso em 5 milhões de anos a Terra sofrerá com altas temperaturas e escassez  de recursos mesmo com a mudança da órbita da Terra ... o que vai acontecer ao nosso querido planeta? Será que vai ser devorado como o pobre Mercúrio e Vênus?
Os astrônomos têm confundido esta questão há décadas. Quando o sol se torna uma gigante vermelha, o cálculo simples seria colocar seu equador para o passado de Marte. Todos os planetas internos seriam consumidos.
No entanto, quando o Sol chega a esta fase final de sua evolução estelar, ele perderá uma tremenda quantidade de massa através de poderosos ventos estelares. À medida que cresce, perde massa, fazendo com que os planetas orbitem em espiral desgovernados. Então a questão é: será que o Sol em expansão alcançará os planetas que espiralam para fora, ou a Terra vai (e talvez até mesmo Vênus) possa escapar de seu alcance.
K.-P Schroder e Robert Smith são dois pesquisadores que tentam chegar ao fundo desta questão. Eles executam os cálculos com os modelos mais atuais de evolução estelar, e publicaram uma pesquisa intitulada futuro distante do Sol e da Terra. Ele foi aceito para publicação no Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
De acordo com Schroder e Smith, quando o Sol se tornar uma estrela gigante vermelha 7,59 bilhões de anos, ele vai começar a perder massa rapidamente. No momento em que atinge o seu raio maior, 256 vezes o seu tamanho atual, terá apenas 67% da sua massa atual.
Quando o Sol começar a inchar, ele vai rapidamente, varrendo o Sistema Solar interior em apenas 5 milhões de anos. Entrará então na sua relativamente mas breve (130 milhões anos) a fase de queima de hélio. Ela irá expandir além da órbita de Mercúrio, e, em seguida, Vênus. No momento em que se aproximar da Terra, ele vai estar perdendo 4.9 x 1020 toneladas de massa por ano (8% da massa da Terra).
Mas a zona habitável terá morrido muito mais cedo. Os astrônomos estimam que vai expandir passando da órbita da Terra em apenas um bilhão de anos. O aquecimento irá evaporar os oceanos da Terra á distância, e, em seguida, a radiação solar vai detonar o hidrogênio a partir da água. A Terra nunca terá oceanos novamente e ela acabará por tornar-se novamente derretida.
Um benefício colateral interessante para o Sistema Solar. Mesmo que a Terra, a uns meros 1,5 de unidades astronômicas, não estará mais na zona habitável  do Sistema Solar estará. A nova zona habitável vai esticar de 49,4 até 71,4 UA, bem dentro do Cinturão de Kuiper. Os mundos gelados conhecidos até então derreterão, e água líquida estará presente para além da órbita de Plutão. Talvez Eris será o novo planeta natal.
E volta para a pergunta ... a Terra sobreviverá?
De acordo com Schroder e Smith, a resposta é não. Mesmo que a Terra pudesse  ser lançada para uma órbita de 50% maior do que a órbita atual de hoje, ela não terá a chance. A expansão solar poderá engolir a Terra  antes de atingir a ponta da fase de gigante vermelha. E o Sol ainda teria mais 0,25 UA e 500.000 anos para crescer.
Uma vez dentro da atmosfera do Sol, a Terra irá colidir com as partículas de gás. Sua órbita irá decair, e será atraída em espiral para dentro.
Se a Terra fosse um pouco mais longe do Sol, em 1,15 UA, seria capaz de sobreviver à fase de expansão. Embora seja ficção científica, os autores sugerem que as tecnologias futuras poderiam ser usadas ​​para acelerar a Terra em espiral para fora da Sol.
Eu não sei por que, mas pensar sobre este futuro distante da Terra dá uma visão sobre a psicologia humana. As pessoas estão genuinamente preocupados com um futuro de bilhões de anos de distância. Mesmo sabendo que a Terra será queimada muito mais cedo, e seus oceanos sendo fervido mesmo estando afastada, ela se transformará em uma bola de rocha derretida,esta é a destruição precoce pelo Sol e que o fim se torne tão triste.

domingo, 15 de novembro de 2015

ESTUDO DIZ: QUE O BIG BANG FOI APENAS UMA MIRAGEM E QUE PODE NUNCA TER EXISTIDO

explosão do big bang
'O Big Bang foi apenas uma miragem' afirma novo estudo, o big bang nunca existiu?
A singularidade pode estar com seus dias contados...
"Como todos os físicos sabem, dragões poderiam voar pra fora da singularidade", disse Niayesh Afshordi, astrofísico do Instituto Perimeter de Física Teórica em Waterloo, no Canadá. O Big Bang teria sido apenas uma miragem do desmoronamento de uma estrela de dimensão superior, propõem os físicos teóricos.
Embora existam provas suficientes sobre "a expansão do Universo", os físicos estão deixando aberto a origem, ou seja, como tudo aconteceu. Um novo estudo pode nos mostrar como essa inflação foi provocada, e talvez nos mostre que isso seja o movimento do Universo através de uma realidade de dimensão elevada
Para entendermos a ideia da "dimensão superior", podemos pegar como exemplo um buraco negro. Seu "horizonte de eventos" (região em que a gravidade é tão forte que não há mais retorno) é uma superfície esférica, como uma bolha, mas em um Universo de dimensão superior, um buraco negro poderia ter um horizonte de eventos tridimensional, o que poderia gerar um novo Universo a medida que ele crescesse.
o big bang nunca existiu?
Segundo especulações dos cosmólogos, o Universo que conhecemos poderia ter se formado a partir de restos ejetados quando uma estrela de quatro dimensões entrou em colapso com um buraco negro, um cenário que ajudaria a explicar por que o Cosmos parece tão uniforme em todas as direções. Talvez a teoria do Big Bang esteja com seus dias contados...
explosão do big bang
O modelo padrão do Big Bang diz que o Universo surgiu após a explosão de um ponto infinitamente denso, ou singularidade. Mas o que teria desencadeado essa explosão? As leis que conhecemos na física não conseguem explicar o que teria acontecido. E já que o Big Bang ocorreu há relativamente pouco tempo, como ele criou um Universo com temperatura quase completamente uniforme? Não haveria tempo da temperatura se equilibrar...
Para a maioria dos cosmologistas, a explicação mais plausível para a uniformidade é que, logo após o início dos tempos, uma forma desconhecida de energia fez o jovem Universo inflar a uma taxa mais rápida que a velocidade da luz. Dessa forma, uma pequena região com temperatura aproximadamente uniforme teria se esticado e formado o vasto Cosmos que vemos hoje. Segundo Niayesh, com o Big Bang deveria ter sido o oposto, uma vez que um evento tão caótico não conseguiria homogeneizar a temperatura durante a expansão.
A equipe de Niayesh percebeu que se o Universo continha suas estrelas 4D, elas fariam igual as estrelas que conhecemos: explodiriam como supernovas violentamente, ejetando suas camadas exteriores, enquanto suas camadas internas em colapso criariam um buraco negro.
No nosso Universo, um buraco negro é delimitado por uma superfície esférica chamada de horizonte de eventos. Considerando que, no espaço tridimensional comum existe um objeto bidimensional (uma superfície) para criar uma fronteira de um buraco negro, no modelo superior, um buraco negro 4D teria um horizonte de eventos 3D, uma forma chamada hiperesfera. Apesar de ser muito difícil entender esse conceito, veja como seria a ideia de uma hiperesfera:
E assim, quando a equipe de Niayesh modelou a morte de uma estrela 4D, eles descobriram que o material ejetado formaria uma brana ao redor do horizonte de eventos 3D, e lentamente se expandiria.
Os autores acreditam que o Universo 3D em que vivemos pode ser apenas uma brana, e que nós detectamos o crescimento dessa expansão cósmica. "Os astrônomos mediram a expansão do Universo e pensaram que tudo começou com o Big Bang, mas isso é apenas uma miragem", comenta Niayesh.
O modelo também explica que um Universo 4D poderia ter existido por um tempo infinitamente longo no passado, suficiente para que houvesse um equilíbrio no volume 4D, e que o nosso Universo 3D teria herdado.
Apesar do estudo ter sido publicado na renomada revista Nature, muitos astrônomos ainda insistem no modelo anterior, onde tudo teria começado "quase do nada". E mesmo com algumas ressalvas, há quem diga que a teoria do Big Bang era mais fácil de ser compreendida... Será que uma explicação tão fácil está com seus dias contados? A singularidade teria sido apenas uma ilusão?
Fonte: DailyGalaxy / Nature / Perimeter Institute
Imagens: (capa-ilustração/divulgação/DailyGalaxy) / divulgação / YouTube

sábado, 14 de novembro de 2015

NASA REVELA GRANDE DESCOBERTA SOBRE A ATMOSFERA E O CLIMA MARCIANO

nasa revela grande descoberta sobre Marte
O Sol teve um grande papel na mudança drástica de todo o clima marciano...Assim como a NASA havia prometido em um comunicado oficial, a agência espacial norte-americana revelou uma grande descoberta sobre a atmosfera de Marte.
A missão MAVEN (que estuda a evolução da atmosfera volátil de Marte) identificou o processo que pode ter desempenhado um papel fundamental na mudança drástica da atmosfera marciana, de quente e úmida (que poderia ter abrigado vida) para a superfície fria e árida que conhecemos hoje.
Os dados obtidos pela MAVEN mostram que a atmosfera de Marte atualmente está perdendo gás para o espaço por conta dos fortes ventos solares. Os resultados revelam que a erosão da atmosfera de Marte aumenta significativamente durante as tempestades solares. Os resultados científicos da missão foram publicados na revista Science and Geophysical Research Letters.
"Marte parece ter tido uma espessa atmosfera quente o suficiente para suportar água líquida, ingrediente fundamental para a vida que conhecemos", disse John Grunsfeld, astronauta e administrador associado da Diretoria de Missões Científicas da NASA. "Entender o que aconteceu com a atmosfera de Marte nos trará o conhecimento sobre a dinâmica e a evolução de qualquer atmosfera planetária."
As medições da sonda MAVEN indicam que os ventos solares arrancam o gás da atmosfera marciana a uma taxa de aproximadamente 100 gramas por segundo. "Como o roubo de algumas moedas de uma caixa registadora todos os dias, a perda se torna significativa ao longo do tempo", disse Bruce Jakosky, investigador principal da missão MAVEN na Universidade do Colorado, Boulder. "Nós vimos que a erosão da atmosfera aumenta significativamente durante as tempestades solares, então isso nos leva a crer que a taxa de perda foi muito maior a bilhões de anos atrás, quando o Sol era jovem e muito mais ativo."
Uma série de tempestades solares intensas atingiram a atmosfera de Marte em março de 2015, e a missão MAVEN descobriu que a perda atmosférica foi acelerada.
O vento solar é uma corrente de partículas, composta principalmente por prótons e elétrons, que flui da atmosfera do Sol a uma velocidade de cerca de 1,6 milhões de km/h. O campo magnético de Marte, quando atingido pelo vento solar, pode gerar um campo elétrico, o que acelera átomos de gás eletricamente carregados, chamados íons, na atmosfera superior de Marte, e os ejeta para o espaço.
Os cientistas também examinaram como vento solar e a luz ultravioleta arranca parte da atmosfera marciana, e os resultados indicam que essa perda acontece principalmente em 3 regiões do Planeta Vermelho: abaixo da cauda (atrás de Marte); acima dos pólos (como uma nuvem polar) e ao redor de um gás que circunda todo o planeta. A equipe determinou que 75% dos íons que escapam vêm da direção da cauda, e quase 25% são dos pólos, e apenas uma pequena fração vem do gás que envolve todo o planeta.

Regiões antigas em Marte possuem sinais de que o Planeta Vermelho já foi rico em água líquida, com rios, lagos e talvez até oceanos. Recentemente, pesquisadores usando a sonda Mars Reconnaissance Orbiter da NASA observaram o aparecimento de sais hidratados indicando água líquida salgada em Marte. No entanto, a atmosfera de Marte atualmente é muito fria e fina para suportar quantidades grandes e extensas de água líquida por muito tempo.
A missão MAVEN da NASA foi lançada em novembro de 2013, e tem o intuito de determinar como a atmosfera de Marte se perdeu no espaço, e como a água líquida desapareceu de forma significativa. MAVEN é a primeira missão dedicada a compreender como o Sol pode ter influenciado as mudanças atmosféricas no Planeta Vermelho, e sua principal missão científica terminará em 16 de novembro de 2016.
Entender a perda da atmosfera marciana é importante para compreender o mecanismo que fez com que o Planeta Vermelho se tornasse em um deserto gelado. Entender esse conceito nos dará um vislumbre de como outros planetas podem perder sua atmosfera, e portanto, perder a habilidade de hospedar vida como a que conhecemos. Além disso, entender o que aconteceu com a atmosfera e com o clima marciano é importante para compreender melhor qual será o futuro do nosso próprio planeta.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

OBSERVAÇÃO DE COLISÃO GALÁTICA DE ARP 299

NAS Visualizações galáxias Arp 299
No painel do centro, os dados de raios-X de alta energia NuStar aparecem em várias cores sobrepostas em uma imagem de luz visível do telescópio espacial Hubble da NASA. O painel à esquerda mostra os dados NUSTAR sozinho, enquanto a imagem de luz visível é na extrema direita.
Antes do NUSTAR, os astrônomos sabiam que a cada uma das duas galáxias Arp 299 realizou um buraco negro supermassivo em seu coração, mas eles não tinham certeza se um ou ambos estavam mastigando ativamente em gás em um processo chamado de acreção. Os novos dados de raios-X de alta energia revelam que o buraco negro supermassivo da galáxia da direita é de fato o faminto, liberando raios X energéticos como gás que consome. Nesta imagem, os raios X com energias de 4 a 6 volts kiloelectron são vermelhos, as energias de 6 a 12 volts kiloelectron são verdes, e de 12 a 25 volts kiloelectron são azuis.
Esta nova imagem do telescópio espectroscópica Nuclear matriz da NASA mostra duas galáxias em colisão, coletivamente chamadas Arp 299, localizado 134 milhões de anos-luz de distância. Cada uma das galáxias tem um buraco negro supermassivo em seu coração.
NUSTAR revelou que o buraco negro localizado à direita do par é excessiva ingestão ativamente no gás, enquanto o seu parceiro está dormente ou escondido sob gás e poeira.
As descobertas estão ajudando os pesquisadores a entender como a fusão de galáxias podem provocar buracos negros para iniciar a alimentação, um passo importante na evolução das galáxias.
"Quando galáxias colidem, o gás é sovado e conduzidos em seus respectivos núcleos, alimentando o crescimento de buracos negros ea formação de estrelas", disse Andrew Ptak do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, principal autor de um novo estudo aceito para publicação no Astrophysical Journal. "Queremos entender os mecanismos que desencadeiam os buracos negros para ligar e começar a consumir o gás."
NUSTAR é o primeiro telescópio capaz de identificar onde os raios-X de alta energia estão vindo nas galáxias emaranhadas de Arp 299. observações anteriores de outros telescópios, incluindo o Observatório de Raios-X da NASA Chandra e XMM-Newton da Agência Espacial Europeia, que detectam raios-X de baixa energia, tinha indicado a presença de buracos negros supermassivos ativos em Arp 299. No entanto, não ficou claro a partir desses dados por si só, se um ou ambos os buracos negros estava alimentando, ou "acreção", um processo em que um buraco negro granéis em massa como a sua gravidade arrasta gás para ele.
Os novos dados de raios-X de NUSTAR - sobrepostas em uma imagem de luz visível do telescópio espacial Hubble da NASA - mostram que o buraco negro à direita é, de fato, o faminto. Como se alimenta de gás, processos energéticos perto do buraco negro elétrons e prótons de calor para cerca de centenas de milhões de graus, criando um plasma superhot, ou corona, que impulsiona a luz visível até aos raios-X de alta energia. Enquanto isso, o buraco negro no lado esquerdo quer seja "dormitante distância", em que é referido como um estado de repouso, ou latente, ou é enterrado no tanto gás e pó que os raios-X de alta energia não pode escapar.
"As probabilidades são baixas que ambos os buracos negros são ao mesmo tempo em um par de fusão de galáxias", disse Ann Hornschemeier, um co-autor do estudo que apresentou os resultados quinta-feira na reunião anual da Sociedade Astronômica Americana, em Seattle. "Quando os núcleos das galáxias chegar mais perto, no entanto, as forças de maré chapinhar do gás e das estrelas em torno vigorosamente, e, nesse ponto, ambos os buracos negros podem ligar."
NUSTAR é ideal para estudar buracos negros fortemente obscurecidas tais como aqueles em Arp 299. raios-X de alta energia pode penetrar o gás de espessura, enquanto que os raios X de baixa energia e luz ficar bloqueado.
Ptak disse: "Até agora, não foi possível identificar o verdadeiro monstro na fusão."
NUSTAR é uma missão Pequeno Explorador liderado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena e gerido pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, também, para a Ciência Missão Direcção da NASA em Washington. A espaçonave foi construída por Orbital Sciences Corporation, Dulles, Virginia. Seu instrumento foi construído por um consórcio que inclui Caltech; JPL; da Universidade da Califórnia, Berkeley; Universidade de Columbia, Nova York; Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland; da Universidade Técnica da Dinamarca na Dinamarca; Lawrence Livermore National Laboratory, Livermore, Califórnia; ATK Aerospace Systems, Goleta, na Califórnia, e com o apoio da Agência Espacial Italiana (ASI) Science Data Center.
Centro de operações da missão de NUSTAR é na UC Berkeley, com a ASI fornecendo sua estação terrestre equatorial situado em Malindi, no Quênia. Programa de extensão da missão é baseada em Sonoma State University, Rohnert Park, Califórnia. Programa Explorer, da NASA é gerenciado pelo Goddard. JPL é gerido pela Caltech para a NASA.
NASA está a explorar o nosso sistema solar e além de compreender o universo e nosso lugar nele. A agência pretende desvendar os segredos de nosso Universo, as suas origens e evolução, e procurar vida entre as estrelas.
Fonte: Whitney Clavin, Laboratório de Propulsão a Jato

Imagem: NASA / JPL-Caltech / GSFC

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

NUSTAR DA NASA COMEÇA A IDENTIFICA OS PRIMEIROS BURACOS NEGROS SUPERMASSIVOS

NUSTAR Vistas buracos negros supermassivos
Uma imagem cor óptica de galáxias é visto aqui cobertas com dados de raios-X (magenta) do telescópio espectroscópica Nuclear matriz da NASA (NUSTAR). 
Descoberta acidental de NUSTAR neste campo, indicado pela seta, encontra-se à esquerda de uma galáxia, chamada IC751 , em que o telescópio originalmente destinado a olhar. Ambos os blobs magenta mostrar raios-X de buracos negros enterrado no coração de galáxias.
A imagem óptica é do Sloan Digital Sky Survey e uma composição colorida de imagens ao longo de três faixas de onda ópticos diferentes (o G, R, e eu bandas). Os dados NUSTAR mostra raios-X no 3-24 keV faixa de energia. Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech
Em um novo estudo, os cientistas relatam sobre os primeiros dez identificações de fontes serendipitously detectados pelo NUSTAR.
Sonda da NASA black-hole-caçador, a Telescope Array espectroscópica Nuclear, ou NUSTAR, tem "ensacados" seus 10 primeiros buracos negros supermassivos. A missão, que tem um mastro o comprimento de um ônibus escolar, é o primeiro telescópio capaz de focalizar a mais alta energia de luz de raios-X em imagens detalhadas.
As novas descobertas de buracos negros são o primeiro de centenas esperados da missão ao longo dos próximos dois anos. Estas estruturas gigantescas - buracos negros rodeados por discos grossos de gás - estão no coração de galáxias distantes entre 0,3 e 11,4 bilhões de anos-luz da Terra.
"Achamos que os buracos negros serendipitously", explicou David Alexander, um membro da equipe NUSTAR baseado no Departamento de Física da Universidade de Durham, na Inglaterra e autor de um novo estudo que aparecem 20 de agosto no Astrophysical Journal. "Nós estávamos olhando para alvos conhecidos e viu os buracos negros no fundo das imagens."
Achados fortuitos adicionais, tais como estes são esperados para a missão. Junto com levantamentos da missão mais focalizada dos patches selecionados do céu, a equipe NUSTAR planeja vasculhar centenas de imagens tiradas pelo telescópio com o objetivo de encontrar buracos negros capturados no fundo.
Uma vez identificados os 10 buracos negros, os pesquisadores passaram por dados anteriores tomadas pelo Observatório da NASA Chandra de raios-X XMM-Newton e por satélite da Agência Espacial Europeia, dois telescópios espaciais complementares que vêem de menor energia de luz de raios-X. Os cientistas descobriram que os objetos tinham sido detectados antes. Não foi até as observações NUSTAR, no entanto, que se destacou como excepcional, garantindo uma inspeção mais minuciosa.
Ao combinar observações feitas em toda a gama do espectro de raios X, os astrônomos esperam quebrar mistérios não resolvidos de buracos negros. Por exemplo, quantos deles povoar o universo?
"Estamos chegando mais perto de resolver um mistério que começou em 1962", disse Alexander. "Naquela época, os astrônomos notou um brilho de raios-X difusa no fundo do nosso céu, mas não tinham certeza de sua origem. Agora, sabemos que distantes buracos negros supermassivos são fontes de esta luz, mas precisamos NUSTAR para ajudar ainda mais a detectar e entender as populações de buracos negros. "
Esse brilho de raios-X, chamado de fundo cósmico de raios-X, picos em frequências de alta energia que NUSTAR é projetado para ver, assim que a missão é a chave para identificar o que está produzindo a luz. NUSTAR também pode encontrar os buracos negros supermassivos mais escondido, enterrado por grossas paredes de gás.
"Os raios-X de mais alta energia pode passar através até mesmo quantidades significativas de gás e poeira em torno dos buracos negros supermassivos ativos", disse Fiona Harrison, um estudo co-autor e investigador principal da missão no Instituto de Tecnologia da Califórnia, Pasadena.
Os dados do Largo-campo da NASA Infrared Survey Explorer, ou WISE, e missões Spitzer também fornecem peças que faltam no quebra-cabeça de buracos negros por pesagem da massa de suas galáxias anfitriãs.
"Nossos resultados iniciais mostram que os mais distantes buracos negros supermassivos são encerradas em galáxias maiores", disse Daniel Stern, um co-autor do estudo e cientista do projeto para NUSTAR no Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, Pasadena, Califórnia. "Esta é a seja esperado. Voltar quando o universo era mais jovem, houve muito mais ação com maiores galáxias colidindo, fusão e crescimento. "
Observações futuras irão revelar mais sobre os acontecimentos brutais de buracos negros, perto e longe. Além de caça buracos negros remoto, NUSTAR também está à procura de outros objetos exóticos dentro de nossa galáxia da Via Láctea.
NUSTAR é uma missão Pequeno Explorador liderado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena e gerido pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, também, para a Ciência Missão Direcção da NASA em Washington. A espaçonave foi construída por Orbital Sciences Corporation, Dulles, Virginia. Seu instrumento foi construído por um consórcio que inclui Caltech; JPL; da Universidade da Califórnia, Berkeley; Universidade de Columbia, Nova York; Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland; da Universidade Técnica da Dinamarca na Dinamarca; Lawrence Livermore National Laboratory, Livermore, Califórnia; ATK Aerospace Systems, Goleta, na Califórnia, e com o apoio da Agência Espacial Italiana (ASI) Science Data Center.
Centro de operações da missão de NUSTAR é na UC Berkeley, com a ASI fornecendo sua estação terrestre equatorial situado em Malindi, no Quênia. Programa de extensão da missão é baseada em Sonoma State University, Rohnert Park, Califórnia. Programa Explorer, da NASA é gerenciado pelo Goddard. JPL é gerido pela Caltech para a NASA.
Fonte: Whitney Clavin, Jet Propulsion Laboratory; NASA

Imagem: NASA / JPL-Caltech

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MISTÉRIO DE ALTA ENERGIA DE RAIOS X NO CENTRO DE NOSSA GALÁXIA

NUSTAR vê brilho misterioso de alta energia raios-X
Telescópio espectroscópica Nuclear matriz da NASA, ou NUSTAR, conquistou uma nova visão de raios-X de alta energia (magenta) do movimentado centro de nossa galáxia da Via Láctea. 
O círculo menor mostra a área onde a imagem NUSTAR foi feita - mesmo no centro de nossa galáxia, onde um buraco negro gigante reside. Essa região é ampliada para a direita, no círculo maior, para mostrar os dados NUSTAR.
NUSTAR da NASA detectou um brilho misterioso de raios-X de alta energia no centro da nossa Galáxia. Os astrônomos não tem certeza do que as fontes dos raios-X extras são, mas uma possibilidade é uma população de estrelas mortas.
Perscrutando o coração da galáxia da Via Láctea, o Telescópio espectroscópica Nuclear matriz da NASA (NUSTAR) avistou um brilho misterioso de raios-X de alta energia que, segundo os cientistas, poderia ser os "uivos" de estrelas mortas como eles se alimentam de stellar companheiros.
"Nós podemos ver um completamente novo componente do centro de nossa galáxia com imagens de NUSTAR", disse Kerstin Perez, da Universidade de Columbia, em Nova York, autor principal de um novo relatório sobre as conclusões na revista Nature. "Nós não podemos explicar definitivamente o sinal de raios-X ainda - é um mistério. Mais trabalho precisa ser feito ".
O centro da nossa galáxia Via Láctea está repleta de jovens e velhas estrelas, buracos negros menores e outras variedades de cadáveres estelares - todos pululam em torno de um buraco negro supermassivo chamado Sagitário A *.
NUSTAR, lançado ao espaço em 2012, é o primeiro telescópio capaz de capturar imagens nítidas dessa região frenética em raios-X de alta energia. As novas imagens mostram uma região em torno do buraco negro supermassivo cerca de 40 anos-luz de diâmetro. Os astrônomos se surpreenderam com as imagens, que revelam uma névoa inesperada de raios-X de alta energia dominando a atividade estelar habitual.
"Quase tudo o que pode emitir raios-X está no centro da galáxia", disse Perez. "A área está repleta de fontes de raios-X de baixa energia, mas a sua emissão é muito fraco quando você examiná-lo nas energias que NUSTAR observa, portanto, o novo sinal se destaca."
Os astrónomos têm quatro teorias possíveis para explicar o brilho de raios-X desconcertante, três dos quais envolvem diferentes classes de cadáveres estelares. Quando as estrelas morrem, eles nem sempre ir tranquilamente para a noite. Ao contrário de estrelas como o nosso sol, desabou estrelas mortas que pertencem a pares estelares, ou binários, pode sugar a matéria de seus companheiros. Este "alimentação" processo zumbi difere dependendo da natureza da estrela normal, mas o resultado pode ser uma erupção de raios-X.
De acordo com uma teoria, um tipo de zumbi estelar chamado de um pulsar poderia ser no trabalho. Os pulsares são os restos desmoronados de estrelas que explodiram em explosões de supernovas. Eles podem girar extremamente rápido e enviar feixes intensos de radiação. Como os pulsares giram, as vigas de varrer todo o céu, por vezes, interceptando a Terra, como faróis farol.
"Podemos estar testemunhando as balizas de uma população até então escondido dos pulsares em centro da galáxia," disse o co-autor Fiona Harrison, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, e investigador principal do NUSTAR. "Isto significa que há algo de especial sobre o meio ambiente no centro da nossa galáxia."
Outros possíveis culpados incluem cadáveres estelares corpulento chamadas anãs brancas, que são os colapsados, restos queimados de estrelas maciças não o suficiente para explodir em supernovas. Nosso Sol é uma estrela, e está destinado a se tornar uma anã branca em cerca de cinco bilhões de anos. Porque estas anãs brancas são muito mais denso do que eram em sua juventude, eles têm gravidade mais forte e pode produzir raios-X de alta energia do que o normal. Outra teoria aponta para pequenos buracos negros que lentamente se alimentam de suas estrelas companheiro, irradiando raios-X como material cai para baixo em seus poços sem fundo.
Alternativamente, a fonte de raios-X de alta energia pode não ser cadáveres estelares em tudo, dizem os astrônomos, mas sim uma névoa difusa de partículas carregadas, chamadas raios cósmicos. Os raios cósmicos talvez tenham origem no buraco negro supermassivo no centro da galáxia, uma vez que devora material. Quando os raios cósmicos interagir com circundante, gás denso, eles emitem raios-X.
No entanto, nenhuma dessas teorias coincidir com o que é conhecido da pesquisa anterior, deixando os astrônomos em grande parte perplexo.
"Este novo resultado apenas nos lembra que o centro da galáxia é um lugar estranho," disse o co-autor Chuck Hailey, da Universidade de Columbia. "Da mesma forma como as pessoas se comportam de forma diferente andando na rua em vez de preso em um lotado hora do rush do metrô, objetos estelares apresentar um comportamento estranho quando amontoados em quartos próximos perto do buraco negro supermassivo."
A equipe diz que mais observações estão sendo planejados. Até então, os teóricos será ocupado a explorar os cenários acima ou chegando com novos modelos para explicar o que poderia estar emitindo o de alta energia brilho de raios-X intrigante.
"Toda vez que vamos construir pequenos telescópios como NUSTAR, que melhoram a nossa visão do cosmos em uma banda de comprimento de onda particular, podemos esperar surpresas como esta", disse Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica na sede da NASA em Washington.
NUSTAR é uma missão Pequeno Explorador liderada pelo Caltech e gerido pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, para a Ciência Missão Direcção da NASA em Washington.
Publicação.: Kerstin Perez, et al, "emissão de raios-X-duro Extensão nos poucos parsecs internas do Galaxy", Nature 520, 646-649 (30 de Abril de 2015); doi: 10.1038 / nature14353

Fonte: Felicia Chou, NASA

terça-feira, 10 de novembro de 2015

NOVA OBSERVAÇÃO DA GALÁXIA DO ESCULTOR EM IMAGEM COMPOSTA

Imagem composta de Galáxia do Escultor
Esta imagem composta a partir NUSTAR da Nasa e do Observatório Europeu do Sul mostra a galáxia do Escultor, também conhecida como NGC 253.
A galáxia do Escultor é visto sob uma nova luz, nesta imagem composta do telescópio espectroscópica Nuclear matriz da NASA (NUSTAR) e do Observatório Europeu do Sul no Chile. Dados visíveis do Observatório Espacial Europeia mostrar a espinha dorsal da galáxia composta de estrelas, enquanto os dados NUSTAR, que aparecem como manchas coloridas, mostram raios-X de alta energia. As observações NUSTAR são a mais afiada tomada nunca desta galáxia em raios-X de alta energia.
Os resultados, quando combinado com os de Observatório de Raios-X Chandra, da Nasa, sugerem que o buraco negro supermassivo no centro da galáxia do Escultor, também conhecida como NGC 253, tenha cochilado, ou ido inativo, em algum momento na década passada. Observações futuras de ambos os telescópios deve ajudar a resolver este mistério.
Os dados NUSTAR também revela uma fonte queima de raios-X de alta energia, chamado de uma fonte de raios-X ultraluminosas, ou ULX. Este objeto, que aparece como uma mancha azul perto da região mais quente, no centro da galáxia, ou é um buraco negro ou uma densa, estrela morta, chamada de estrela de nêutrons, alimentando-se de uma estrela parceiro. O alargamento é pensado para ser o resultado de uma mudança nos padrões de alimentação do objeto.
Os outros pontos alaranjados e avermelhados são pares de raios-X gerando adicionais prováveis ​​de estrelas localizadas em toda a galáxia.
Nesta imagem, mostras vermelhas de baixa energia da radiação de raios-X (3 a 7 kiloelectron volts), o verde é a energia média (de 7 a 10 kiloelectron volts), e azul é de alta energia (10 a 20 kiloelectron volts).