domingo, 24 de abril de 2016

A ENERGIA LIBERADA DE UMA SUPERNOVA PODE SER PERIGOSA PARA A TERRA?

luz de supernova pode ser perigosa?
Todos nós conhecemos as supernovas: a fase final e catastrófica de uma estrela supermassiva. Mas será que essa explosão gigantesca poderia ser um risco para a vida na Terra? entenda como funciona a vida de uma estrela
Que a explosão é destrutiva, sim, temos que concordar. Uma única explosão de supernova pode ofuscar uma galáxia inteira, e não por segundos, mas sim por dias! Isso mesmo: uma única estrela em colapso se torna mais brilhante do que centenas de bilhões de estrelas. E se a exposição solar já pode causar queimaduras e deixar sua pele toda vermelha, nem queira imaginar o que poderia acontecer se o seu corpinho estivesse exposto não ao Sol, mas sim a uma explosão de supernova. Uma coisa já podemos adiantar: ainda não foi inventado um protetor solar à prova de supernovas...
De acordo com o Dr. Paul M. Sutter, físico da Universidade de Ohio, não se trata apenas da radiação ultravioleta. Há uma dose nada saudável de raios-X e raios gama. E não podemos esquecer da enorme massa de material que é ejetada para o espaço profundo quase na velocidade da luz, afinal, trata-se da explosão de uma estrela, e nada será pequeno...
Depois de algum tempo, o remanescente da supernova irá se acalmar, e teremos uma mudança de alerta, de "insanamente perigoso" para "muito perigoso". A região do espaço ao redor da explosão se torna uma "Zona de Exclusão De Chernobil Galática", e permanecerá inundada de radiação e elementos radioativos por muito, muito tempo.
Uma explosão de Supernova está a caminho!
A estrela Eta Carinae está localizada a 7.500 anos-luz da Terra, na constelação da Quilha. Trata-se de um sistema binário, onde a estrela primária possui cerca de 125 vezes a massa do Sol. Seu brilho já está variando há algum tempo, e os cientistas preveem que seu fim está próximo!

Imagem original de Eta Carinae feita pelo Telescópio Espacial Hubble. Créditos: NASA
Como podemos ver na imagem acima, a estrela principal do sistema Eta Carinae já sofreu um outburst a cerca de 160 anos atrás, quando ela brilhou extremamente forte, tornando-se uma das estrelas mais brilhantes do céu noturno. Apesar disso, ela sobreviveu à explosão, mas ficaram sequelas: dois grandes lóbulos e um grande disco equatorial, que se espalha para o espaço a uma velocidade de 1 milhão de quilômetros por hora.
Segundo especialistas, quando Eta Carinae explodir em uma supernova, será algo tão intenso que causará sombra durante a noite, e talvez se torne visível até mesmo durante o dia. Um fato interessante é que sua explosão é iminente, em escala astronômica, ou seja, pode ocorrer a qualquer momento dentro dos próximos milhares de anos. Talvez ela até já tenha explodido, a 1.000 anos atrás, por exemplo, mas neste caso, como ela está a 7.500 anos-luz da Terra, levariam outros 6.500 anos para seu brilho intenso chegar até a Terra. A nossa sorte é que, por conta de sua distância, é provável que nada aconteça em nossas redondezas.
Portanto, não se esqueça: nunca se aproxime de uma estrela, especialmente se ela estiver próxima do fim.
Imagens: (capa-ilustração/pics-about-space/Adam Bun) / NASA
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sábado, 23 de abril de 2016

CONHEÇA 6 FATOS CURIOSOS SOBRE O PLANETA URANO

curiosidades sobre Urano
curiosidades sobre Urano- Um dos planetas mais distantes do Sistema Solar que guarda segredos incríveis...
Quando William Herschel viu Urano pela primeira vez, no dia 13 de março de 1781, o mundo ficou de boca aberta. Haviam planetas além daquilo que conhecíamos! Um planeta que leva uma vida toda (84 anos) para completar uma volta ao redor do Sol!
Apesar de tanta euforia, Urano não passava de um ponto brilhante quando visto através de telescópios. Não era nada parecido com o Urano que conhecemos hoje, principalmente pelas imagens feitas por telescópios espaciais, como o Hubble. Levaram cerca de 200 anos para que Urano fosse visto com nitidez...
Apesar de distante, Urano é um dos maiores planetas do Sistema Solar, e merece uma superlista especial só pra ele! Portanto, confira as 6 curiosidades mais interessantes sobre Urano, o gigante azul.
Urano só foi visitado uma única vez
Urano crescente - Voyager 2
Urano "crescente" fotografado pela sonda Voyager 2, quando ela já estava rumo a Netuno.
Créditos: Voyager / NASA
Acredite se puder: o belíssimo gigante de gás azul só recebeu a visita de uma única sonda. O encontro da Voyager 2 com Urano ocorreu em 1986, revelando detalhes incríveis sobre sua atmosfera, e claro, as imagens mais próximas já feitas do longínquo planeta.
A rotação e a inclinação de Urano são muito estranhas
Urano gira de lado, como se estivesse deitado, ao contrário da grande maioria dos planetas espalhados pelo Universo afora... Os pólos norte e sul magnéticos de Urano também são diferentes dos pólos norte e sul. Tudo isso cria alguns efeitos sazonais bizarros.
Estações de Urano - orbita e rotação
Estações de Urano - orbita e rotação
Imagine um mundo onde o pólo sul está apontado para o Sol, enquanto que o pólo norte está imerso na escuridão... Essa foi a característica marcante que a sonda Voyager 2 encontrou ao visitar o planeta em 1986. Os cientistas acreditam que um grande objeto teria colidido com Urano no passado distante, o que explicaria a inclinação absurda do planeta.
Tempestades gigantes e inesperadas
Tempestade em Urano - Observatório Keck
Sabe a Grande Mancha Vermelha de Júpiter? Pois é... sabemos que aquilo é na verdade uma grande tempestade, mas isso não significa que isso só acontece por lá. Urano que o diga...
Tempestade em Urano, feita pelo telescópio Keck, no Havaí, em 2014.
Créditos: Keck Observatories
Durante sua máxima aproximação com o Sol, em 2007, astrônomos acreditaram que as tempestades de Urano não seriam diferentes do que eles conheciam, mas para a surpresa de todos, algumas duraram até meados de 2014. Elas surgem repentinamente, duram alguns anos e depois desaparecem. Na época, os astrônomos anunciaram que mais estudos sobre os planetas exteriores seriam necessários, a fim de entender o que estava acontecendo...
Urano também tem anéis
Anéis de Urano - Hubble
Anéis de Urano - Hubble Urano, seus anéis e algumas de suas luas.
Créditos: Hubble / NASA
Muitas pessoas acreditam que o único planeta que possui anéis é Saturno, mas isso não é verdade. Astrônomo de olhos aguçados perceberam, em março de 1977, que Urano também possuía anéis. James L. Elliot, Edward W. Dunham, e Jessica Mink perceberam que uma estrela (SAO 158687) estava sendo ocultada, e ficava piscando um pouco antes de Urano passar na frente dela. Atualmente, sabemos que existem mais de 12 anéis conhecidos ao redor do planeta. Os anéis de Urano foram observados pela sonda Voyager 2 e pelo Telescópio Espacial Hubble. Ainda não se sabe ao certo o que teria formado seus anéis.
Urano não é o planeta mais distante, mas é o mais frio
Sistema Solar - NASA
Sistema Solar - NASA O Sol e os 8 planetas do Sistema Solar. Créditos: NASA / JPL
Sabemos que Urano é o penúltimo planeta do Sistema Solar, sendo que o mais distante é Netuno. Apesar disso, surpreendentemente, os cientistas planetários perceberam que Netuno não é tão frio quanto seu vizinho mais próximo do Sol. Segundo os cientistas, isso acontece porque Urano não possui nenhuma fonte de calor interna para ajudar no aquecimento do planeta. As temperaturas de atmosfera do gigante variam entre -153°C a -218°C (Eita lugar frio!).
Miranda, a lua que se parece com uma pintura abstrata
Miranda - lua de Urano
A NASA usou a palavra "tempestuosa" para descrever a história geológica e Miranda. Todos os recursos do sistema de Urano ganharam nomes de personagens de Shakespeare.
Miranda - lua de Urano Créditos: Voyager 2
O satélite natural Miranda foi descoberto pelo astrônomo Gerard Kuiper, em 1948, mas mas foi o sobrevoo da Voyager em 1986 que revelou algumas características geológicas surpreendentes. Em 2008, a NASA revelou que a lua foi gravemente fraturada até cinco vezes durante sua história. O resultado é uma superfície que mais se parece com uma pintura abstrata, com regolito fresco e mais velho misturados, e uma paisagem encoberta por crateras.
Fonte: Wikipedia / NASA /DSpace / Voayger archives
Imagens: (capa-montagem com Urano e suas 5 maiores luas, sendo da maior para a menor: Ariel, Miranda, Titania, Oberon e Umbriel/NASA/JPL) / Voayger / NASA / divulgação / Keck Observatories / Hubble / NASA / JPL / Voyager 2

sexta-feira, 22 de abril de 2016

OBSERVAÇÕES DO HUBBLE REVELA PISTAS DO NASCIMENTO DA GALÁXIA VIZINHA


Em uma pesquisa de imagens do Telescópio Espacial do  Hubble descobre mais de 2.753 jovens, azuis em  aglomerados de estrelas na vizinha galáxia de Andrômeda (M31) da NASA
 Os astrônomos descobriram que M31 e nossa própria galáxia têm uma percentagem semelhante de estrelas recém-nascidas com base em suas  massas.
Ao pregar para baixo o percentual de estrelas que tem uma massa particular dentro de um cluster, ou a função de massa inicial (FMI), os cientistas podem interpretar melhor a luz de galáxias distantes e entender a história da formação de estrelas no nosso universo.
A pesquisa intensiva, montado a partir de 414 fotografias de mosaico Hubble de M31, foi uma colaboração única entre os astrônomos e "cientistas cidadãos", voluntários que prestaram ajuda inestimável na análise da montanha de dados do Hubble.
"Dado o grande volume de imagens do Hubble, nosso estudo do FMI não teria sido possível sem a ajuda de cientistas cidadãos", disse Daniel Weisz, da Universidade de Washington em Seattle. Weisz é o autor principal de um artigo que apareceu na edição de 20 de junho de The Astrophysical Journal.
Medir o FMI foi o principal motor por trás ambicioso levantamento panorâmica de Hubble da nossa galáxia vizinha, chamada de programa Panchromatic Hubble Andromeda Tesouro (PHAT).
Cerca de 8.000 imagens de 117 milhões de estrelas no disco da galáxia foram obtidos a partir de visualização  de Andrômeda em quase  ultravioleta, visível e comprimentos de onda do infravermelho próximo.
Estrelas nascem quando uma gigantesca nuvem de hidrogênio molecular, poeira e oligoelementos entra em colapso. Os fragmentos de nuvens em pequenos nós de material que cada precipita em centenas de estrelas.
As estrelas não são criados iguais: as suas massas podem variar de 1/12 a algumas centenas de vezes a massa do nosso sol.
Antes de pesquisa marcante do Hubble do disco cheio de estrelas de M31, os astrônomos só tinham medições do FMI feitas na vizinhança estelar local dentro de nossa própria galáxia. Mas visão panorâmica de Hubble de M31 permitiu aos astrônomos comparar o FMI entre uma amostragem maior do que nunca de aglomerados de estrelas que estão todos a aproximadamente a mesma distância da Terra, 2,5 milhões de anos-luz. A pesquisa é diversa, pois os clusters estão espalhados por toda a galáxia; eles variam em massa por factores de 10, e eles variam na idade de 4 milhões a 24 milhões de anos.
Para surpresa dos pesquisadores, o FMI foi muito semelhante entre todos os grupos pesquisados. Natureza, aparentemente, cozinheiros estrelas como lotes de biscoitos, com uma distribuição consistente de estrelas de grande massa azul supergigantes de estrelas anãs vermelhas pequenas. "É difícil imaginar que o FMI é tão uniforme em toda a nossa galáxia vizinha, dada a complexa física de formação de estrelas", disse Weisz.
Curiosamente, as estrelas mais brilhantes e massivas nestes aglomerados são 25 por cento menos abundante do que o previsto pela pesquisa anterior. Astrônomos usam a luz dessas estrelas mais brilhantes para pesar aglomerados de estrelas e galáxias distantes e medir quão rapidamente os aglomerados estão formando estrelas. Este resultado sugere que as estimativas de massa utilizando trabalho anterior eram demasiado baixos, pois eles assumiram que havia muito poucas estrelas fraca, baixa massa formando junto com as estrelas brilhantes e massivas.
Esta prova também implica que o início do universo não ter tantos elementos pesados ​​para fazer planetas, porque haveria menos supernovas de estrelas massivas para a fabricação de elementos pesados ​​para a construção planeta. É fundamental saber a taxa de formação estelar no início do universo - cerca de 10 bilhões de anos atrás - porque essa era a época em que a maioria das estrelas do universo formado.
O catálogo aglomerado de estrelas LEGAL, que constitui a base deste estudo, foi montado com a ajuda de 30.000 voluntários que peneirada através de milhares de imagens captadas pelo Hubble para procurar aglomerados de estrelas.
O Projeto Andromeda é um dos muitos esforços de ciência cidadã hospedados pela organização Zooniverse. Ao longo de 25 dias, os voluntários cidadão-cientista apresentou 1,82 milhões de classificações individuais da imagem (com base em como concentrada as estrelas eram, suas formas, e como as estrelas se destacou a partir do fundo), que representa aproximadamente 24 meses de constante humano atenção. Os cientistas usaram estas classificações para identificar uma amostra de aglomerados 2.753 estrelas, aumentando o número de grupos conhecidos por um factor de seis na região de inquérito LEGAL. "Os esforços desses cientistas cidadãos abrir a porta para uma variedade de investigações científicas novas e interessantes, incluindo esta nova medição do FMI", disse Weisz.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

OBSERVAÇÕES COM HUBBLE REVELAM O NASCIMENTO DE ESTRELAS EM GALÁXIA NGC 4214

Fireworks of Star Formation Light Up Galaxy NGC 4214
Localizado a cerca de 13 milhões de anos-luz da Terra, NGC 4214 está atuando na formação de aglomerados de novas estrelas a partir do seu gás e poeira interestelar. 
Na imagem do Hubble, podemos ver uma sequência de etapas na formação e evolução de estrelas e aglomerados de estrelas. A imagem foi criada a partir de exposições tomadas em vários filtros de cor com a câmera planetária 2 do campo largo de Hubble.
NGC 4214 contém uma infinidade de estrelas fracas que cobrem a maior parte do quadro, mas o quadro é dominado por nuvens de filigrana de gás brilhante que rodeiam aglomerados estelares brilhantes.
O mais novo destes aglomerados estelares estão localizados no canto inferior direito da imagem, onde aparecem como cerca de meia dúzia aglomerados brilhantes de gás incandescente. Cada nuvem fluoresce causa uma forte luz ultravioleta emitida a partir das estrelas jovens embutidas, que se formaram no seu interior devido ao colapso gravitacional do gás.
Estrelas jovens e quentes tem uma esbranquiçada a cor azulada na imagem do Hubble, devido às temperaturas de superfície elevadas, que vão desde 10.000 até cerca de 50.000 graus Celsius. Além de verter a luz ultravioleta, estas estrelas quentes ejetam rápidos "ventos estelares", movendo-se a milhares de quilômetros por segundo, o que aram para fora no gás circundante. As forças de radiação e vento das estrelas jovens literalmente para soprar as bolhas no gás. Durante milhões de anos, as bolhas aumentam de tamanho, como as estrelas de dentro delas envelhecem.
Movendo-se para o canto inferior esquerdo dos grupos mais jovens, encontramos um aglomerado de estrelas mais velhas, em torno do qual uma bolha de gás inflou a tal ponto que há uma cavidade óbvia em torno do cluster central.
A característica mais espetacular na imagem do Hubble encontra-se perto do centro da NGC 4214. Este objeto é um conjunto de centenas de estrelas azuis enormes, cada um deles mais de 10.000 vezes mais brilhante do que o nosso próprio Sol. A grande bolha em forma de coração, inflado pela pressão ventos estelares combinados com radiação, envolve o cluster e a expansão da bolha é aumentada como as mais massivas estrelas no centro até chegar o fim de suas vidas e explodir como supernovas.
Privados de gás, o cluster no centro da NGC 4214 não será capaz de formar mais novas estrelas, e suas estrelas luminosas vai continuar a virar supernova e desaparecer.
Em outras partes da galáxia, no entanto, o gás vai começar a entrar em colapso e formar mais uma nova geração de estrelas, assim como os aglomerados visíveis hoje gradualmente iram desaparecer.
As estrelas fracas que cobrem a maior parte da imagem são muito mais velhos do que os supergigantes azuis brilhantes, e mostrar-nos que os episódios do nascimento da estrela têm ocorrido em NGC 4214 por bilhões de anos.
Os principais astrônomos são: John MacKenty, Jesus Maiz-Apellaniz (Space Telescope Science Institute), Colin Norman (Johns Hopkins University), Nolan Walborn (Space Telescope Science Institute), Richard Burg (Johns Hopkins University), Richard Griffiths (Carnegie Mellon University ), e Rosemary Wyse (Johns Hopkins University)
Crédito de imagem: NASA ea equipe da herança de Hubble

segunda-feira, 18 de abril de 2016

OBSERVAÇÕES DO HUBBLE DE NGC 7714 TENTA REVELAR ESTA FORMA DIFUSA


Esta estrutura incomum é um rio de estrelas semelhantes ao Sol, que tem sido puxado pela profundezas do espaço pela força gravitacional de uma galáxia bypass (não visto nesta foto do telescópio espacial Hubble). Embora o universo é cheio de tais galáxias em colisão que são distorcidos em uma força gravitacional, NGC 7714 é particularmente notável para a fluidez aparente das estrelas ao longo de um vasto arco. O quase-colisão entre as galáxias aconteceu pelo menos 100 milhões de anos atrás.
Esta foto telescópio espacial da NASA Hubble de NGC 7714 apresenta uma visão particularmente notável da estrutura de fumo-anel como da galáxia. O laço de ouro é feita de estrelas semelhantes ao Sol, que foram puxados profundamente no espaço, longe do centro da galáxia. A galáxia está localizada a aproximadamente 100 milhões de anos-luz da Terra na direção da constelação de Peixes.
O universo é cheio de tais galáxias que estão gravitacionalmente esticados e puxados e de outra forma distorcida no cabo-o'-guerra gravitacional com galáxias.
A galáxia companheira fazendo o "taffy puxar", neste caso, NGC 7715, situa-se fora do campo de visão nesta imagem. Uma ponte muito fraco de estrelas se estende até o companheiro invisível. O próximo encontro foi comprimido gás interestelar para desencadear explosões de formação de estrela considerada em arcos azul brilhante que se estendem em torno do centro NGC 7714 do.
A perturbação gravitacional de NGC 7714 começou entre 100 milhões e 200 milhões de anos atrás, na época em que os dinossauros dominavam a Terra.
A imagem foi obtida com o Wide Field Camera 3 e a Advanced Camera for Surveys em outubro de 2011.

domingo, 17 de abril de 2016

HUBBLE OBSERVA ESTRELAS SUPERNOVAS INTERLIGADAS

Hubble da NASA encontra Sistema Supernova Estrela Ligado ao Potencial 'Zombie Star'


Hubble da NASA encontra Sistema Supernova Estrela Ligado ao Potencial de estrelas zumbi
Os astrônomos usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA, diz pela primeira vez ter visto um sistema de estrelas que mais tarde produziu uma explosão supernova incomum de anã branca, e do núcleo despojado de uma estrela comum no final de sua vida útil.
Examinando imagens do Hubble arquivados tomadas antes da supernova, os astrônomos dizem ter detectado a estrela companheira azul da anã branca. A anã branca lentamente suga o combustível de sua companheira, eventualmente, iniciando uma reação nuclear em fuga na estrela morta, e produzindo uma fraca explosão de supernova.
Esta supernova particular é classificada como um tipo IAX, uma classe recentemente identificada de explosão estelar. Estas estrelas em explosão são menos enérgicas e mais fracas do que as supernovas de tipo Ia, que também se originam de explosão de anãs brancas em sistemas binários. Os astrônomos pensavam inicialmente que estas explosões estelares mais fracas eram as únicas supernovas do tipo Ia. Até agora, eles identificaram mais de 30 destas mini-explosões, que ocorrem em um quinto da taxa de supernovas de tipo Ia.
"Os astrônomos têm procurado há décadas para os progenitores de Tipo Ia ", disse Saurabh Jha, da Universidade Rutgers, em Piscataway, New Jersey. "Do tipo Ia são importantes porque eles são usados ​​para medir grandes distâncias cósmicas e a expansão do universo. Mas temos muito poucas restrições em como quaisquer explosões de anãs brancas. As semelhanças entre Tipo IAX e fazer do Tipo Ia a compreensão progenitores normais do Tipo IAX importante , especialmente porque nenhum progenitor Tipo Ia foi conclusivamente identificada. Esta descoberta mostra-nos de uma maneira que você pode obter uma explosão de anã branca. "
A supernova fraca, apelidado SN 2012Z, foi encontrado no Observatório Lick Supernova Pesquisa em janeiro de 2012. Por sorte, a Advanced Camera for Surveys do Hubble também observou a galáxia hospedeira da supernova, NGC 1309, em 2005, 2006 e 2010, antes da explosão de supernova. NGC 1309 reside 110 milhões de anos-luz de distância. Curtis McCully, um estudante de graduação da Universidade Rutgers e autor principal do artigo da equipe, reprocessado as imagens pré-explosão para torná-las mais nítidas e notou um objeto na posição da supernova. "Fiquei muito surpreso ao ver algo no local da supernova. Esperávamos que o sistema progenitor seria muito fraco para ver, como em pesquisas anteriores para progenitores normais de supernovas Tipo Ia. É emocionante quando a natureza nos surpreende", disse McCully.
A probabilidade de que o objecto detectado era apenas um alinhamento oportuno e sem relação com a supernova é inferior a um por cento. Depois de estudar as cores do objeto e simulações de computador mostram possíveis sistemas IAX progenitoras Tipo, a equipe concluiu que o que estavam vendo era mais provável a luz de uma estrela que tinha perdido o seu envelope de hidrogênio exterior, revelando seu núcleo de hélio.
"Em 2009, quando estávamos apenas começando a entender esta classe, o que previu que estas supernovas foram produzidas por um anão e hélio do sistema binário da estrela", disse o membro da equipe Ryan Foley, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que ajudou identificar o tipo de IAX supernovas sendo como uma nova classe. "Ainda há um pouco de incerteza com este estudo do  Hubble, mas é essencialmente um validação da nossa reivindicação."
Segundo a equipe, um cenário possível para o sistema da estrela excêntrico prevê como um jogo de gangorra que segue entre as estrelas, com cada estrela a doação de massa passa para o outro. As estrelas originalmente pesava cerca de sete e quatro vezes a do nosso Sol, respectivamente. A estrela de sete massas solares mais massiva evolui mais rapidamente, despejando o seu hidrogênio e hélio em sua companheira menor. Agora com a apenas uma massa solar, a estrela massiva de uma vez só  é deixado com um núcleo de carbono e oxigênio, tornando-se uma anã branca. A estrela companheira, que começou com apenas quatro massas solares, agora é aumentado acima desta taxa e começa a evoluir rapidamente, crescendo e engolindo a anã branca. As camadas exteriores desta estrela "combinado" são ejetadas, deixando para trás a anã branca e o núcleo de hélio de duas massas solares da estrela companheira. A anã branca ainda está sugando a matéria de seu parceiro até que se torne instável e explode como uma mini-supernova, ejetando cerca de meia massa solar de material de uma só vez.
Ao contrário de uma supernova normal de tipo Ia, que destrói a sua anã branca, a explosão de um tipo IAX é pensado para deixar para trás uma anã branca golpeada e ferida. Uma vez que esta estrela morta volta à vida  ela explode, os astrônomos então a apelidaram de "estrela zumbi".
A equipe reconhece que não pode totalmente descartar outras possibilidades para a identidade do objeto, incluindo a possibilidade de que ele era simplesmente uma única estrela, massiva que explodiu como uma supernova. Para resolver essas incertezas e confirmar sua hipótese, a equipe planeja usar o Hubble novamente para observar a área quando a luz da supernova tem esmaecido o suficiente para mostrar uma possível estrela zombie e hélio do companheiro.
Os astrônomos já viram as consequências de um tipo IAX  um nova explosão supernova. imagens do Hubble tomadas de SN2008ha, e em janeiro de 2013, mais de quatro anos depois que explodiu, mostram um objeto no local do supernova. A supernova reside na galáxia UGC 12682, localizada 69 milhões de anos-luz de distância. O objeto pode ser tanto a estrela remanescente zumbi ou o companheiro. Com base em cores do objeto, a equipe sugere em um artigo separado que a estrela é o companheiro, pesando mais de três massas solares.
É significativamente menos luminosa e mais vermelho do que o sistema progenitor SN 2012Z. Os resultados foram publicados na edição  The Astrophysical Journal.
"SN 2012Z é um dos mais poderosos Tipo IAX supernovas e SN 2008ha é um dos mais fracos da classe, mostrando que tipo de sistemas IAX são muito diversos", explicou Foley, o principal autor do papel de 2008ha SN. "E, talvez, que a diversidade está relacionada à forma como cada uma dessas estrelas explode. Porque estas supernovas não destroem a anã branca completamente, supomos que algumas dessas explosões ejetam um pouco de material e alguns ejetam um lote inteiro."
Os astrônomos esperam que suas novas descobertas irão estimular o desenvolvimento de modelos melhorados para estas explosões de anãs brancas tenham e uma compreensão mais completa da relação entre o tipo IAX e normal supernovas de tipo Ia e os seus progenitores.

sábado, 16 de abril de 2016

HUBBLE OBSERVA UM CLUSTER GALÁTICO MONSTRUOSO E INCRIVELMENTE QUENTE


Telescópio Espacial Hubble da NASA pesou o maior aglomerado de galáxias conhecido no universo distante e descobriu que ele definitivamente faz jus ao seu apelido: El Gordo (espanhol para "o gordo").
Por precisamente medir o quanto a gravidade da massa do aglomerado deforma as imagens de longe, mais distantes galáxias de fundo, uma equipe de astrônomos calculou a massa do cluster para ser tanto quanto 3 milhões de bilhões de vezes a massa do nosso Sol Os dados do Hubble mostram que o cluster é de aproximadamente 43 por cento mais massa do que as estimativas anteriores baseadas em raios-X e estudos dinâmicos do cluster incomum.
"Ele nos uma probabilidade ainda mais forte que este é realmente um sistema incrível logo no início do universo", disse equipe líder James Jee, da Universidade da Califórnia em Davis.
Uma fração dessa massa está trancado em várias centenas de galáxias que habitam o cluster e uma fração maior está em gás quente que preenche todo o volume do cluster. O resto é amarrado em matéria escura, uma forma invisível de matéria que compõe a maior parte da massa do universo.
Apesar de aglomerados de galáxias mais maciças são encontrados no universo próximo, como o chamado Cluster Bala, nada como isso já foi visto a existir até agora de volta no tempo, quando o universo tinha cerca de metade da sua idade atual de 13,8 bilhões de anos . Os suspeitos de equipe tais monstros são raros no início do universo, com base em modelos cosmológicos atuais.
O tamanho imenso de El Gordo foi relatada pela primeira vez em janeiro de 2012. Os astrônomos estimada sua massa enorme com base em observações do observatório de raios-X Chandra e galáxia velocidades da NASA medidos pela matriz Very Large Telescope do sul do Observatório Europeu em Paranal, Chile. Eles foram capazes de montar estimativas de massa do cluster com base nos movimentos das galáxias que se deslocam dentro do cluster e as temperaturas muito elevadas do gás quente entre as galáxias de cluster.
O desafio era que eles notaram que o cluster (catalogado como ACT-CL J0102-4915) parecia como se poderia ter sido o resultado de uma colisão titânica entre um par de galáxias agrupa os pesquisadores descrevem como "vendo duas balas de canhão batem um no outro. "
"Nós quisemos saber o que acontece quando você pegar um cluster no meio de uma grande fusão e como as influências processo de fusão ambos o gás de raios-X e o movimento das galáxias", explicou John Hughes, da Universidade Rutgers. "Assim, a linha inferior é que por causa do estado de fusão complicado, deixou algumas dúvidas sobre a fiabilidade das estimativas de massa que estávamos fazendo."
"É onde vieram os dados do Hubble na", disse Felipe Menanteau da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. "Nós estávamos em extrema necessidade para uma estimativa de massa independente e mais robusto dada a extrema deste cluster é e como rara a sua existência está no modelo cosmológico atual. Havia toda essa energia cinemática, que poderia ser desaparecidos e poderia sugerir que estávamos realmente subestimar a massa. " A expectativa de "energia desaparecidos" vem do fato de que a fusão está ocorrendo tangencialmente à linha de visão dos observadores. Isso significa que eles são potencialmente perdendo uma boa fração da energia cinética da fusão porque suas medições espectroscópicas única controlar as velocidades radiais das galáxias.
A equipe usou Hubble para medir o quão fortemente a massa do cluster espaço deformado. alta resolução do Hubble permitiu medições do chamado "lente fraca", onde imensa gravidade do cluster distorce sutilmente espaço como um espelho de parque de diversões e distorce imagens de galáxias de fundo. Quanto maior a deformação, mais massa está trancado no cluster. "O que eu fiz é olhar basicamente as formas das galáxias de fundo que estão mais longe do que o próprio cluster", explicou Jee.
O próximo passo da equipe com Hubble será para tentar obter uma imagem grande mosaico do cluster. Ele não se encaixa no campo de visão do Hubble. É como olhar para a cabeça de um gigante e ombros de lado, dizem os pesquisadores. "Podemos dizer que é um muito grande El Gordo, mas não sabemos que tipo de pernas que ele tem, por isso temos de ter um maior campo de visão para obter a imagem completa do gigante", disse Menanteau.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

HUBBLE MEDE A ROTAÇÃO DA GRANDE NUVEM DE MAGALHÃES

Grande Nuvem de Magalhães por John P Gleason
Usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA aguçada, os astrônomos, pela primeira vez medido com precisão a velocidade de rotação de uma galáxia com base no movimento do relógio-like de suas estrelas.
De acordo com sua análise, a parte central da galáxia vizinha, chamada a Grande Nuvem de Magalhães (LMC), completa uma rotação a cada 250 milhões de anos. Coincidentemente, leva o nosso Sol a mesma quantidade de tempo para completar uma rotação em torno do centro da nossa galáxia Via Láctea.
A equipe de Hubble, composta por Roeland van der Marel do Space Telescope Science Institute em Baltimore, Md., E Nitya Kallivayalil da Universidade da Virgínia em Charlottesville, Va., Usado Hubble para medir o movimento médio de centenas de estrelas individuais no LMC, localizada 170.000 anos-luz de distância. Hubble registrou ligeiros movimentos das estrelas ao longo de um período de sete anos.
galáxias em forma de disco, como a Via Láctea eo LMC, geralmente gira como um carrossel. rastreamento de precisão do Hubble oferece uma nova maneira de determinar a rotação de uma galáxia pelo "lado" movimento próprio de suas estrelas, como visto no plano do céu. Os astrônomos longo medida os movimentos para os lados de objetos celestes nas proximidades, mas esta é a primeira vez que a precisão tornou-se suficiente para ver outro rotação galáxia distante.
Para os astrônomos do século passado calcularam as taxas de rotação de galáxias ao observar uma ligeira mudança no espectro - o chamado efeito Doppler - da sua luz das estrelas. De um lado do disco estelar de fiação de uma galáxia, as estrelas balançando na direção da Terra irá mostrar uma blueshift espectral (a compressão das ondas de luz devido ao movimento em direção ao observador). Estrelas oscile afastando-se da terra, no lado oposto de um Galaxy mostrará um desvio para o vermelho espectral (o alongamento de luz para comprimentos de onda mais vermelhos devido ao movimento para longe do observador).
As laterais do Hubble movimentos recém-medidos e os movimentos de Doppler medidos anteriormente cada fornecer informações complementares sobre a taxa de rotação da LMC. Ao combinar os resultados, a equipe de Hubble, pela primeira vez obtida uma visão totalmente tridimensional dos movimentos estelares em outra galáxia.
"Determinar a rotação de uma galáxia medindo seus movimentos instantânea e para trás não permite um para ver realmente as coisas mudam ao longo do tempo", disse van der Marel, o principal autor de um artigo na edição de 01 de fevereiro do Astrophysical Journal descrevendo e interpretação dos resultados. "Ao usar Hubble para estudar os movimentos das estrelas ao longo de vários anos, podemos, na verdade, pela primeira vez, ver uma galáxia girar no plano do céu."
Kallivayalil, que liderou a análise de dados, acrescentou: "Estudar esta galáxia próxima, acompanhando os movimentos das estrelas dá-nos uma melhor compreensão da estrutura interna das galáxias de disco Sabendo taxa de rotação de uma galáxia oferece insights sobre como uma galáxia formada, e ele pode. ser utilizado para calcular a sua massa. "
Hubble é o único telescópio que pode fazer este tipo de observação por causa da sua resolução afiada, a sua estabilidade de imagem e os seus 24 anos no espaço. "Se imaginarmos um ser humano na Lua", disse van der Marel explicou, "a precisão do Hubble nos permita determinar a velocidade com que o cabelo da pessoa cresce."
"Esta precisão é crucial, porque os movimentos estelares aparentes são tão pequenas por causa da distância da galáxia", disse ele. "Você pode pensar da LMC como um relógio no céu, em que as mãos tirar 250 milhões de anos para fazer uma revolução. Sabemos que as mãos do relógio se movem, mas mesmo com Hubble precisamos olhar para eles durante vários anos para ver qualquer movimento."
A equipa de investigação usou câmera de campo largo 3 e Advanced Camera for Surveys do Hubble para observar estrelas em 22 campos espalhados por todo o vasto disco da LMC, que aparece no céu noturno do sul como um objeto cerca de 20 vezes o diâmetro angular da lua cheia. Setas na imagem acompanha mostram o movimento previsto para os próximos 7 milhões de anos, com base nas medições de Hubble.
Cada campo foi escolhido para conter não só dezenas de LMC estrelas, mas também um quasar fundo, um farol brilhante de luz alimentado por um buraco negro no centro de uma galáxia ativa distante. Os astrônomos precisavam dos quasares como pontos de referência de fundo fixos para medir o movimento extremamente sutil das estrelas LMC.

Esta medida é o culminar de um trabalho contínuo com Hubble por van der Marel e outra equipe para refinar taxa de rotação da LMC. Van der Marel começou a analisar a rotação da galáxia em 2002, criando previsões detalhadas, agora confirmados pelo Hubble, do que a rotação deve ser parecida.
"A LMC é uma galáxia muito importante porque é muito perto da nossa Via Láctea", disse ele. "Estudar a Via Láctea é muito difícil, porque tudo que você vê está espalhada por todo o céu. É tudo a distâncias diferentes, e você está sentado no meio dela. Estrutura Estudar e rotação é muito mais fácil se você ver uma galáxia próxima de o lado de fora."
"Porque o LMC é tão próxima, é um ponto de referência para os estudos da evolução estelar e as populações. Por isso, é importante compreender a estrutura da galáxia", disse Kallivayalil. "Nossa técnica para medir a taxa de rotação da galáxia usando movimentos totalmente tridimensional é uma nova maneira de lançar luz sobre essa estrutura. Ela abre uma nova janela para a nossa compreensão de como as estrelas em galáxias se mover."
Além própria rotação da LMC, também está se movendo em torno da Via Láctea como um todo. Em trabalhos científicos anteriores, a equipe e seus colaboradores usaram dados do Hubble para mostrar que a LMC se move mais rápido ao redor da Via Láctea do que se acreditava anteriormente. Esta pesquisa reviu a nossa compreensão de quantas vezes essas galáxias vizinhas poderia ter conhecido e interagiram no passado.
A equipe na próxima planeja usar o Hubble para medir os movimentos estelares em primo diminuto da LMC, a Pequena Nuvem de Magalhães, usando a mesma técnica. As galáxias estão interagindo, e que o estudo também deve render uma melhor visão sobre como as galáxias estão se movendo em torno de si e em torno da Via Láctea.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

HUBBLE OBSERVA GALÁXIA EM VELOCIDADE DE FUGA EXTREMAMENTE FURIOSA E CAÓTICA


A colisão junto com as forças de maré fazem com que a galáxia espiral ESO 137-001 pareça com uma medusa em alto mar com grandes tentáculos mostrados nesta imagem do Telescópio Espacial Hubble.
A galáxia está zumbindo em direção ao canto superior direito desta imagem, entre outras galáxias no aglomerado Norma localizado mais de 200 milhões de anos-luz de distância. A estrada é dura: gás intergaláctico no cluster Norma é escassa, mas tão quente em 180 milhões de graus centígrados que brilha em raios-X.
A espiral arados através do gás intra-aglomerado fervente tão rapidamente - em cerca de 4,5 milhões milhas por hora - muito do seu próprio gás é capturado e arrancada. Os astrônomos chamam isso de "descascamento pressão dinâmica." estrelas da galáxia permanecem intactas devido à força de ligação de sua gravidade.
tópicos esfarrapados de gás, as medusa azuis-gavinhas ostentados por ESO 137-001 na imagem, ilustrar o processo. pressão Ram tem amarrado este gás para longe de sua casa na galáxia espiral e fora sobre o espaço intergaláctico. Uma vez lá, estas tiras de gás explodiram com estrelas jovens e massivas, que estão bombeando a luz nos azuis vivas e ultravioleta.
A, Brown região fumado perto do centro da espiral está a ser empurrada de um modo semelhante, embora, neste caso, é constituído por partículas pequenas de poeira e gás não, que estão a ser arrastadas para trás por a forma intra-agrupamento.
De uma perspectiva de formação de estrelas, ESO 137-001 realmente está se espalhando suas sementes para o espaço como um dente de leão ao vento. O gás arrastado é agora formar estrelas. No entanto, a galáxia, drenado de seu próprio combustível de formação de estrelas, terá problemas para fazer estrelas no futuro. Através do estudo esta espiral fugitivo, e de outras galáxias como ele, os astrónomos esperam obter uma melhor compreensão de como as galáxias se formam estrelas e evoluir ao longo do tempo.
A imagem, obtida através do Hubble câmera de campo largo 3, também é decorado com centenas de estrelas de dentro da Via Láctea. Apesar de não ser ligado na mínima para ESO 137-001, estas estrelas e as duas galáxias elípticas avermelhadas contribuir para uma vista celestial vibrante.
Nome do objeto: ESO 137-001
Tipo de imagem: Astronomical
Crédito: NASA, ESA, ea equipe da herança de Hubble (STScI / AURA)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

NASA ANUNCIA EVIDÊNCIAS DE ÁGUA E COMPOSTOS ORGÂNICOS EM MERCÚRIO

 Novas observações feitas pela sonda Messenger fornecem dados convincentes para a antiga hipótese que Mercúrio poderia abrigar gelo de água e outros materiais voláteis em suas crateras polares sombreadas
Três linhas independentes de evidências sustentam esta conclusão: as primeiras medidas de excesso de hidrogênio no pólo norte de Mercúrio feitas com o Neutron Spectrometer da Messenger, as primeiras medidas de albedo dos depósitos polares de Mercúrio em comprimento de onda próximo do infravermelho com o Laser Mercury Altimeter (MLA), e os primeiros modelos detalhados da temperatura de regiões de superfície do norte de Mercúrio que utilizam a topografia real da superfície do planeta medida pelo MLA. Estes resultados são apresentados em três artigos publicados online na revista Science Express.
Dada a sua proximidade com o Sol, Mercúrio parece ser um lugar improvável para encontrar gelo. Mas a inclinação do eixo de rotação de Mercúrio é quase zero (menos de um grau), sendo assim, há bolsões nos pólos do planeta que nunca vêem a luz solar. Os cientistas sugeriram décadas atrás, que poderia haver gelo de água e outros compostos voláteis congelados presos nos pólos de Mercúrio.
A idéia ganhou força em 1.991, quando o telescópio de Arecibo, em Porto Rico, detectou manchas brilhantes nos pólos de Mercúrio, pontos que refletem as ondas de rádio da forma como seria de se esperar se houvesse gelo de água. Muitas dessas manchas correspondiam à localização de grandes crateras de impacto mapeadas pela sonda Mariner 10 em 1.970. Mas como a Mariner viu menos de 50% do planeta, os cientistas não conseguiram um diagrama completo dos pólos para comparar com as imagens.
A chegada da MESSENGER em Mercúrio no ano passado mudou tudo isso. Imagens confirmaram que os pontos brilhantes nos pólos norte e sul de Mercúrio estão dentro das regiões sombreadas da superfície, e os resultados são consistentes com a hipótese de água congelada.         Agora, os novos dados da Messenger indicam que a água congelada é o constituinte principal dos depósitos do pólo norte de Mercúrio, mas o gelo é enterrado sob um material escuro na maior parte dos depósitos, em áreas onde as temperaturas são um pouco quente demais para que o gelo seja estável na superfície.

A sonda Messenger utilizava  espectroscopia de nêutrons para medir as concentrações de hidrogênio nas regiões brilhantes de Mercúrio antes de seu mergulho fatas na sua superfície.
"A camada enterrada contém hidrogênio juntamente com gelo de água quase pura", informa David Lawrence, cientista integrante da Messenger, da Johns Hopkins University and Applied Physics Laboratory.         "Dados da Messenger Laser Altimeter (laser esse que já disparou mais de 10 milhões de pulsos em Mercúrio para fazer mapas detalhados de topografia do planeta), corroboram com os resultados de radar e medições do espectrômetro de nêutrons da região polar de Mercúrio", escreve Gregory Neumann da NASA Goddard Flight Center.
O MLA também registrou manchas escuras com albedo diminuído, de acordo com a teoria de que o gelo nas áreas é coberto por uma camada de isolamento térmico. Neumann sugere que os impactos de cometas ou asteróides poderiam ter fornecido tanto os depósitos escuros quanto os brilhantes, uma descoberta confirmada em um documento liberado por David Paige, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
De acordo com Paige, o material escuro é provavelmente uma mistura de compostos orgânicos complexos entregues pelos impactos de cometas e asteróides. O material orgânico pode ter sido ainda mais escurecido pela exposição à radiação dura na superfície de Mercúrio, mesmo em áreas permanentemente sombreadas. Este material isolante escuro é um novo problema para a história, disse Sean Solomon de Lamont-Doherty Observatory da Universidade de Columbia, investigador principal da missão Messenger. "Por mais de 20 anos, haviam dúvidas se o planeta mais próximo do Sol poderia conter gelo de água abundante em suas regiões polares sombreadas. A sonda Messenger forneceu um veredicto unânime afirmativo".
"Mas as novas observações também levantaram novas questões", acrescenta Salomon. "Os materiais escuros nos depósitos polares consistem principalmente de compostos orgânicos? Que tipo de reações químicas o material já sofreu? Poderia haver regiões, talvez no interior de Mercúrio, que tenha água líquida e compostos orgânicos? Só com a exploração contínua de Mercúrio é que poderemos obter as respostas para essas perguntas.
Fonte: NASA