sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

SONDA DA NASA MAPEIA MATÉRIA ALÉM DO SISTEMA SOLAR



Sonda da NASA detecta partículas
 [Imagem: NASA/Goddard/Adler/U. Chicago/Wesleyan]
Astrônomos mediram com precisão pela primeira vez partículas "alienígenas", que adentram nosso Sistema Solar vindas do espaço interestelar.  As partículas foram detectadas pela sonda espacial IBEX Interstellar Boundary Explorer - explorador da fronteira interestelar. As novas medições dão pistas sobre como e onde o nosso Sistema Solar se formou, as forças que fisicamente lhe dão forma e seu caminho conforme ele viaja através da Via Láctea.
Diferente
E a primeira e mais imediata conclusão é que nosso Sistema Solar é diferente do espaço fora dele.Por exemplo, a presença de menos oxigênio no meio interestelar local, em relação ao Sol e à média galáctica, pode indicar que o Sol se formou em uma região com menos oxigênio do que existe em sua localização atual.  Outra possibilidade é que o oxigênio possa ser preferencialmente ligado, ou estar "escondido", em outros materiais galácticos, tais como grãos de poeira e gelo.   Uma série de estudos baseados nestas novas medições foram publicados hoje no Astrophysical Journal, representando a primeira olhada que os cientistas dão nos componentes do meio interestelar, a matéria existente entre os sistemas estelares, e como eles interagem com a nossa heliosfera.
Sonda da NASA detecta partículas
Existe mais oxigênio em qualquer parte do Sistema Solar do que no espaço interestelar ao seu redor. [Imagem: NASA]
História da matéria
Os cientistas relatam ter encontrado 74 átomos de oxigênio para cada 20 átomos de neônio no vento interestelar. Em nosso próprio Sistema Solar existem 111 átomos de oxigênio para cada 20 átomos de neônio. Isso significa que existe mais oxigênio em qualquer parte do Sistema Solar do que no espaço interestelar ao seu redor. Os astrônomos acreditam que esses novos resultados podem ser extrapolados, fornecendo novas informações sobre a história da matéria no Universo.  Enquanto o Big Bang criou hidrogênio e hélio logo no início, só as explosões de supernovas no final da vida de uma estrela podem criar e espalhar os elementos mais pesados - como o oxigênio e o neônio - através da galáxia.   Assim, conhecer a quantidade de elementos no espaço pode ajudar os cientistas a mapear como a nossa galáxia evoluiu e mudou ao longo do tempo.
Fronteira espacial
Por ora, eles estão mais interessados em compreender a composição da região de fronteira que separa os rincões mais próximos da nossa galáxia, o chamado meio interestelar local, e a nossa heliosfera.  A heliosfera atua como uma bolha protetora, protegendo o nosso Sistema Solar da maior parte da "perigosa" - para a vida humana, pelo menos - radiação cósmica galáctica, que poderia entrar no Sistema Solar vinda do espaço interestelar.  Ela é formada pela interação entre o vento solar, que flui para fora a partir do Sol, e do meio interestelar, o que pressiona contra ela de fora para dentro.  Partículas eletricamente carregadas, ou ionizadas, não conseguem penetrar a fronteira entre estes dois "corpos". No entanto, partículas neutras, que compõem cerca de metade da matéria fora da heliosfera, fluem livremente através da fronteira.  A única espaçonave que havia detectado diretamente o influxo destas partículas foi a sonda Ulysses, que mediu o hélio interestelar neutro mais de uma década atrás.  Embora a IBEX tenha sido projetada principalmente para mapear as interações entre o vento solar e o material interestelar ionizado, sua câmera de átomos neutros de baixa energia também mediu partículas neutras interestelares não detectadas pela Ulisses.   Os resultados mudaram o quadro que os cientistas haviam traçado da nuvem local onde nos encontramos e da heliosfera, a bolha que protege o Sistema Solar das partículas cósmicas de alta energia.
Mergulhados na nuvem
Sonda da NASA detecta partículas
 Os resultados mudaram o quadro que os cientistas haviam traçado da nuvem local onde nos encontramos 
e da heliosfera, a bolha que protege o Sistema Solar das partículas cósmicas de alta energia.
 [Imagem: NASA/Goddard/Adler/U. Chicago/Wesleyan]
E a IBEX detectou o vento interestelar viajando a uma velocidade menor do que aquela medida pela sonda Ulisses, e vindo de uma direção diferente.  As medições da IBEX, consideradas melhores pelos cientistas, mostram uma diferença de 20 por cento na pressão que o vento interestelar exerce sobre nossa heliosfera.   "Medir a pressão da matéria e dos campos magnéticos externos na galáxia sobre a nossa heliosfera vai ajudar a determinar o tamanho e a forma do nosso Sistema Solar, conforme ele viaja através da galáxia," explicou Eric Christian, cientista-chefe da missão IBEX.   Com base nos dados da sonda Ulysses, os pesquisadores haviam anteriormente teorizado que a heliosfera estava deixando a nuvem galáctica local e passando para uma nova região do espaço.
Sol vai mergulhar em nuvem interestelar super quente
No entanto, embora a fronteira esteja muito próxima, os resultados da IBEX mostram que a heliosfera permanece totalmente na nuvem local, pelo menos por enquanto.   "Em algum momento nas próximas centenas ou milhares de anos, um piscar de olho em termos galácticos, a nossa heliosfera deve deixar a nuvem interestelar local e encontrar um ambiente galáctico muito diferente," disse McComas.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CIENTISTAS DESCOBREM QUARTO EXOPLANETA POTENCIALMENTE HABITÁVEL

Concepção artística do GJ 667Cc. Exoplaneta é candidato a abrigar vida
Astro é pelo menos 4,5 vezes maior do que a Terra, rochoso e está em uma região do espaço onde
 pode existir água em estado líquido  Concepção artística do GJ 667Cc (o astro maior e menos luminoso à direita). 
Exoplaneta é candidato a abrigar vida (Carnegie Institution for Science)

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou nesta quinta-feira a descoberta de um novo exoplaneta - como são chamados os planetas fora do Sistema Solar - potencialmente habitável. É o quarto astro desse tipo a ser localizado pela comunidade científica.
O planeta foi identificado pelo código GJ 667Cc e orbita uma estrela batizada GJ 667C, que, por sua vez, faz parte de um sistema formado por três estrelas. Esses números e letras representam o "endereço" dos corpos celestes no espaço sideral. O exoplaneta recém-descoberto está a 22 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9.460 bilhões de quilômetros).
"Este planeta reúne as melhores condições para manter água em estado líquido e é, portanto, o melhor candidato a abrigar vida tal qual nós a conhecemos", explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalhou na pesquisa pelo Carnegie Institution for Science, em Washington, nos Estados Unidos. O planeta se encontra na zona habitável de sua estrela, onde as temperaturas não são nem muito quentes nem muito frias, permitindo que a água permaneça em estado líquido

O GJ 667Cc orbita a sua estrela em 28 dias terrestres e tem uma massa no mínimo 4,5 vezes maior do que a da Terra, segundo o relatório publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.
Os pesquisadores também descobriram indícios que levam a crer que pelo menos mais um e até três outros exoplanetas estão em órbita na mesma estrela, mas não na zona habitável.  A estrela que o exoplaneta orbita, a mais brilhante na ilustração acima, é menor que o nosso Sol e sua composição é mais pobre em "metais" - por "metal", em cosmologia física, entende-se qualquer elemento químico diferente de hidrogênio e hélio. A descoberta, portanto, aumenta a variedade de possibilidades para a vida fora da Terra.
Os astrônomos utilizaram dados do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, e do Observatório Keck, no Havaí, para atestar a existência do exoplaneta.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

EXPLOSÃO NO ESPAÇO PODE AMEAÇAR A VIDA NA TERRA DAQUI A 10MILHÕES DE ANOS

A T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que
                se imaginava e é, na verdade, um sistema com duas
                estrelas em que uma atua como sol (Foto: Nasa)
A T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que se imaginava e é, na verdade,um sistema com duas estrelas em que uma atua como sol (Foto: Nasa
Estrela a mais de 3.000 anos-luz pode sofrer explosão massiva e destruir camada de ozônio do planeta Cientistas identificaram uma estrela a 3.260 anos-luz da Terra que pode se transformar em uma supernova e, nesse caso, ameaçar a camada de ozônio do planeta, tornando-o inabitável.  Os astrônomos americanos que identificaram a "bomba-relógio" a partir de imagens do telescópio Hubble anunciaram a descoberta na reunião da Sociedade Americana Astronômica (AAS, na sigla em inglês), nesta semana, em Washington DC.  De acordo com o astrônomo Edward Sion, da Villanova University, na Filadélfia, a estrela T Pyxidis parece destinada a explodir com força para se transformar em uma supernova - corpos celestes que surgem depois de explosões de estrelas com mais de 10 massas solares.
A essa distância, dizem os astrônomos, a explosão poderia destruir a camada de ozônio da Terra, deixando o planeta vulnerável a radiações.  A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação. Um novo estudo usando informações do satélite International Ultraviolet Explorer mostrou que a T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que se imaginava e que se trata, na verdade, de um sistema com duas estrelas em que uma delas atua como sol, e a outra, menor e mais densa, como anã branca. A anã branca está ganhando massa com o gás vindo da estrela vizinha. Se sua massa ultrapassar 1,4 vez a massa do sol - o chamado Limite de Chandresekhar - ela está destinada a sofrer uma poderosa explosão termonuclear que a destruiria e que poderia afetar também a Terra.
O evento, chamado supernova Tipo Ia, liberaria 10 milhões de vezes mais energia do que a explosão de uma nova (quando estrelas comuns chegam ao fim de sua vida útil), que dá origem às anãs brancas.  As explosões que originam novas são muito mais comuns no universo do que as que originam as supernovas.  Segundo os astrônomos responsáveis pelo estudo, as imagens do Hubble mostram que a T Pyxidis parece destinada a virar uma supernova. Apesar do risco, porém, os astrônomos afirmam que não há motivo para pânico, já que a estrela só deve chegar ao limite de Chandresekhar - provocando a massiva explosão - em 10 milhões de anos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

NOVA IMAGEM MOSTRA BERÇARIO DE ESTRELAS COM PERFIL DE POETA

A nebulosa é conhecida como Gabriela Mistral, pela semelhança com a poeta chilena, prêmio Nobel de 1945
A nebulosa é conhecida como Gabriela Mistral, pela semelhança com a poeta chilena, prêmio Nobel de 1945

O ESO (Observatório Europeu do Sul) divulgou nesta quarta-feira uma imagem inédita do berçário de estrelas NGC 3324, captada pelo telescópio em La Silla, no Chile.  A foto mostra a intensa radiação ultravioleta gerada pelas estrelas novas, que faz a nuvem de gases brilhar com cores vivas.  A grande quantidade de gases e poeira cósmica na região gerou uma onda de nascimentos de estrelas há milhões de anos.  Estas estrelas, maiores e mais quentes que a média, aparecem com destaque na nova imagem.
A NGC 3324 também é conhecida como nebulosa Gabriela Mistral, pela suposta semelhança entre sua forma e o perfil da poeta chilena, prêmio Nobel de Literatura de 1945.   A nebulosa está localizada na constelação de Carina, a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, no limite norte da nebulosa de Carina.
O ESO, que completa neste ano seu 50º aniversário de fundação, é financiado por 15 países, entre eles o Brasil, único não europeu no grupo.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

HUBBLE FOTOGRAFA GALÁXIA PARECIDA COM A VIA LÁCTEA

 A galáxia espiral barrada NGC 1073 se encontra na constelação da Baleia, a 55 milhões de anos-luz
A galáxia espiral barrada NGC 1073 se encontra na constelação da Baleia, a 55 milhões de anos-luz



O telescópio espacial Hubble fotografou a NGC 1073, que está localizada na constelação da Baleia, a 55 milhões de ano-luz, e é conhecida por ser parecida com a Via Láctea.
A ESA e Nasa divulgaram a imagem nesta sexta-feira. As duas agências espaciais --da Europa e dos Estados Unidos-- estudam a NGC 1073 para entender o sistema cósmico onde vivemos.
A NGC é uma galáxia espiral barrada. Essa classificação se deve a várias "linhas" (barras) de estrelas que se encontram na região central.
Segundo os pesquisadores, essas barras provavelmente são criadas pela força gravitacional local, que faz com que gases sejam atraídos para dentro e sirvam de material para a formação de novas estrelas.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O TRÁGICO DESTINO DE UM PLANETA?

O Destino Harsh de um Planeta?
 Usando o UVES muito eficiente espectrógrafo de alta resolução no VLT do ESO 8.2-m KUEYEN telescópio, eles têm convincentemente detectou a presença do isótopo raro de lítio-6 (6 Li [2];) neste metal-ricos, anão do tipo solar estrela que também é conhecido por possuir um sistema planetário.
Ao contrário do isótopo lítio-7 (7 Li) deste elemento luz, qualquer Lithium-6 primordial não iria sobreviver os primeiros estágios evolutivos de um metal rico em estrelas do tipo solar. O lítio-6 agora visto em HD 82943, portanto, deve ter sido acrescentado mais tarde, mas de onde? Os astrônomos acreditam que esta observação sugere fortemente que a estrela  em algum momento envolveu um dos seus planetas, cuja Lithium-6 foi, então, depositado na atmosfera da estrela.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

UMA LINDA GALÁXIA ESPIRAL EM LEO


Esta nova imagem a partir do Very Large Telescope do ESO mostra NGC 3521, uma galáxia espiral localizada a cerca de 35 milhões anos-luz de distância na constelação de Leo (o Leão). Abrangendo cerca de 50 000 anos-luz, esse objeto tem um espetacular núcleo brilhante e compacto, cercado por uma estrutura espiral ricamente detalhados.  As características mais distintivas da brilhante galáxia NGC 3521 são os seus braços espirais longas que são pontilhadas com regiões de formação estelar e intercaladas com veias de poeira. Os braços são bastante irregular e desigual, tornando NGC 3521 um exemplo típico de uma galáxia espiral floculantes. Essas galáxias têm "fluffy" braços espirais que contrastam com os braços deslumbrantes sobre grand design-espirais, como o famoso Whirlpool galáxia ou M 51, descoberto por Charles Messier. NGC 3521 é brilhante e relativamente próximas, e pode facilmente ser visto com um pequeno telescópio, como o utilizado por Messier para catalogar uma série de objetos nebulosos e de cometa em 1700. Estranhamente, o astrônomo francês parece ter perdido esta espiral floculante, embora ele identificou várias outras galáxias de brilho semelhante na constelação de Leo.
Foi somente no ano que Messier publicada a versão final do seu catálogo de 1784, que outro famoso astrônomo, William Herschel, descobriu NGC 3521 no início de sua pesquisas mais detalhadas sobre os céus do norte. Através de seu maior de 47 centímetros telescópio de abertura,,, Herschel viu um "centro brilhante rodeado por nebulosidade," de acordo com suas notas de observação.  Nesta foto VLT novo, colorido, ainda mal definidos, braços espirais substituir "nebulosidade" Herschel. Estrelas mais velhas dominam a área avermelhada no centro, enquanto jovens, quentes estrelas azuis permeiam os braços mais longe do núcleo.  Oleg Maliy, que participou do ESO Tesouros escondidos 2.010 competição  , selecionou os dados do instrumento FORS1 sobre VLT do ESO no Observatório Paranal, no Chile, que foram usados ​​para criar esta imagem dramática. Exposições tomadas através de três filtros diferentes que passaram luz azul (cor azul), amarelo / verde (cor verde), e do infravermelho próximo da luz (cor vermelha) foram combinados para fazer esta imagem. Os tempos de exposição total foram 300 segundos por filtro. Oleg imagem de NGC 3521  foi uma entrada altamente classificada no concurso, que atraiu quase 100 entradas.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

DESCOBERTO UMA ESTRELA DE GIRO ALUCINANTE

Concepção artística da estrela girando mais rápido
Este é o conceito de um artista da estrela girando mais rápido e encontrado até hoje. O maciço, brilhante da estrela jovem, chamada VFTS 102 gira a cerca de dois milhões de quilómetros por hora. A Força centrífuga a partir desta taxa de rotação vertiginosa tem achatado a estrela numa forma oblonga, e desmembrada em um disco de plasma quente, visto na borda nessa visão de um planeta hipotético. A estrela pode ter conseguido material ou  "girou para cima" do  material de acreção de  uma estrela companheira binária. O companheiro tende a evoluir rapidamente e mais tarde explodiu como uma supernova. A estrela está girando 160 000 anos-luz de distância, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea.
Crédito:
NASA / ESA e G. Bacon (STScI)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

FINDS A SUPER STAR BRILHANTE MAS SOLITÁRIA


Uma estrela extraordinariamente brilhante isolado foi encontrado em uma galáxia próxima -
 a estrela é de três milhões de vezes mais brilhante que o sol. Todos os anteriores semelhantes
 "superstars" foram encontradas em aglomerados de estrelas, mas este farol brilhante brilha em 
esplendor solitário. A origem desta estrela é misteriosa: se formou em isolamento ou foi ejetado 
de um cluster? Qualquer opção desafios compreensão dos astrônomos de formação estelar.


Uma equipe internacional de astrônomos  usou o Very Large Telescope do ESO para estudar cuidadosamente a estrela VFTS 682  na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha pequeno para a Via Láctea. Ao analisar a luz da estrela, usando o instrumento FLAMES sobre o VLT, eles descobriram que ela é cerca de 150 vezes a massa do sol. Estrelas como essas até agora só foram encontradas nos centros de aglomerados de aglomerados de estrelas, mas VFTS 682 encontra-se por conta própria.  "Ficamos muito surpresos de encontrar uma estrela tão maciça por conta própria, e não em um aglomerado de estrelas ricas , " observa Joachim Bestenlehner, o principal autor do novo estudo e um estudante de Armagh Observatory na Irlanda do Norte. "Sua origem é misteriosa . "
Esta estrela foi vista antes em um levantamento das estrelas mais brilhantes e em torno da Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães. Encontra-se em um berçário estelar: uma enorme região de gás, poeira e jovens estrelas que é a mais ativa região de formação estelar no Grupo Local de galáxias  . Na primeira vista VFTS 682 foi pensado para ser quente, jovem e brilhante, mas normal. Mas o novo estudo usando o VLT descobriu que grande parte da energia da estrela está sendo absorvida e espalhada pelas nuvens de poeira antes que ele chegue à Terra - na verdade é mais luminosa do que se pensava e, entre as estrelas mais brilhantes conhecidas.
Luz vermelha e infravermelha emitida pela estrela pode obter através da poeira, mas a luz de comprimento de onda mais curto azul e verde está espalhado mais e perdeu. Como resultado, a estrela aparece avermelhada, embora se a visão fosse desobstruída que iria brilhar um brilhante azul e branco.
Além de ser muito brilhante, VFTS 682 é também muito quente, com uma temperatura superficial de cerca de 50 000 graus Celsius  . Estrelas com essas propriedades incomuns podem acabar as suas curtas vidas não apenas como uma supernova, como é normal para estrelas de alta massa, mas apenas, possivelmente, como uma ainda mais dramática de longa duração explosão de raios gama  , os mais brilhantes explosões no Universo .
Embora VFTS 682 parece agora estar sozinho não é muito longe do aglomerado de estrelas muito ricas RMC 136 (muitas vezes chamado apenas R 136), que contém vários similar "superstars" ( eso1030 )
"Os novos resultados mostram que a VFTS 682 é um gêmeo idêntico de perto um dos mais brilhantes astros no centro do aglomerado estelar R 136," acrescenta Paco Najarro, outro membro da equipe do CAB (INTA-CSIC, Espanha).
É possível que a VFTS 682 formados lá e foi expulso? Tais "estrelas runaway" são conhecidos, mas todos são muito menores do que VFTS 682 e seria interessante ver como uma estrela tão pesada poderia ser jogado para fora do cluster, interações gravitacionais.
"Parece ser mais fácil para formar as estrelas maiores e mais brilhantes aglomerados de estrelas em ricos", acrescenta Jorick Vink, outro membro da equipe. " E embora possa ser possível, é mais difícil de entender como esses faróis brilhantes poderiam formar por conta própria. Isso faz com que VFTS 682 um objeto realmente fascinante. "

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O GRANDE CAMPO DE VISÃO DE NGC 253 DO VLT SURVEY TELESCOPE

O VLT Survey Telescope (VST) captou a beleza da galáxia espiral NGC 253 nas proximidades.
 O novo retrato é provavelmente a mais detalhada visão ampla de campo deste objeto e seu
 entorno já feitas. Ele demonstra que a VST, o mais novo telescópio no Observatório Paranal do ESO,
 oferece uma vista ampla do céu ao mesmo tempo, oferecendo a nitidez da imagem impressionante.

NGC 253 brilha cerca de onze milhões e meio de anos-luz de distância, na constelação do sul do Escultor. É muitas vezes chamado apenas de Galáxia do Escultor, embora outros nomes descritivos incluem a moeda de prata ou Galaxy Silver Dollar. É fácil obter uma boa olhada em NGC 253 através de binóculos, uma vez que é uma das galáxias mais brilhantes no céu depois de mais próximo da Via Láctea, galáxia grande vizinho, a Galáxia de Andrômeda
Os  astrônomos observaram a formação de estrelas NGC generalizada ativo em 253 e classificou como um "starburst" galáxia  . Os aglomerados muitos brilhantes que pontilham a galáxia são berçários estelares onde estrelas quentes jovens têm apenas inflamado. A radiação de streaming a partir desses gigantes azul-branco bebês faz com que o gás hidrogênio em torno brilho nuvens brilhantes (verde nesta imagem). Esta galáxia  espiral próxima foi descoberto pelo astrônomo germano-britânica Caroline Herschel, irmã do famoso astrônomo William Herschel, como ela procurou cometas em 1783. O Herschel teria ficado encantado pela visão nítida e rica em detalhes de NGC 253 que a VST pode proporcionar.
Esta última imagem da NGC 253 foi tomada durante a verificação VST é ciência fase - quando o desempenho científico do telescópio é avaliado antes de entrar operações. Os dados VST estão sendo combinadas com imagens infravermelhas do VISTA ( eso0949 ) para identificar as novas gerações de estrelas em NGC 253. Esta imagem é mais do que 12 000 pixels de largura e as condições do céu soberba no Observatório Paranal do ESO, combinada com a óptica do telescópio fino, resultar em imagens de estrelas afiadas sobre a imagem inteira.
O VST é um telescópio de 2,6 metros pesquisa de campo amplo com um campo de um grau de visão - duas vezes tão ampla quanto a Lua cheia  . O programa VST é uma joint venture entre o INAF-Osservatorio Astronomico di Capodimonte, em Nápoles, Itália e ESO ( eso1119 ). A câmera OmegaCAM 268-megapixel em seu coração é projetado para mapear o céu de forma rápida e com qualidade de imagem muito fina. VST é o maior telescópio do mundo exclusivamente projetado para levantamento do céu em luz visível, complementando VISTA ESO telescópio infravermelho pesquisa, também localizada em Paranal.
Zoom para esta nova imagem não só permite uma inspeção muito detalhada dos braços de formação estelar da galáxia em espiral a ser feita, mas também revela uma tapeçaria muito rico de galáxias muito mais distantes muito além NGC 253.