quarta-feira, 7 de setembro de 2011

NEBULOSA VARIÁVEL DE HUBBLE NGC 2261



Nebulosa variável de Hubble é chamado (como o telescópio Hubble em si) após o astrônomo americano Edwin P. Hubble, que realizou alguns estudos deA início deste objeto. É uma nuvem em forma de leque de gás e poeira que é iluminado por R Monocerotis (R seg), a estrela brilhante na extremidade inferior da nebulosa.Condensações densas de poeira perto as sombras elenco de estrelas para fora da nebulosa, e como eles se movem as mudanças de iluminação, dando origem às variações observado pela primeira vez pelo Hubble. A própria estrela, encontrando-se cerca de 2.500 anos-luz da Terra, não podem ser vistos diretamente, mas apenas através da luz espalhada fora de partículas de poeira na nebulosa circundante. R seg Acredita-se que uma massa de cerca de 10 vezes a do Sol, e ter uma idade de apenas 300 mil anos. Provavelmente há uma contraparte simétrica da nebulosa em forma de leque no lado sul da estrela, mas é fortemente obscurecido pela poeira da vista que se encontra entre este lobo e nossa linha de visão.
O Hubble Heritage equipe fez esta imagem a partir de observações de R seg adquiridos por Sparks William (STScI), Baggett Sylvia (STScI) e colaboradores.
Crédito:
NASA / ESA e The Hubble Heritage Team ( AURA / STScI ).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

NEBULOSA NGC 2080: A NEBULOSA CABEÇA GHOST



O "Nebulosa Cabeça Ghost 'é um de uma cadeia de regiões de formação estelar situada a sul da nebulosa 30 Doradus na Grande Nuvem de Magalhães. Duas regiões brilhantes (os "olhos do fantasma"), chamada A1 (esquerda) e A2 (direita), são muito quentes, brilhantes 'bolhas' de hidrogênio e oxigênio. A bolha em A1 é produzido pela radiação, calor intenso e vento estelar poderosa a partir de uma única estrela maciça. A2 tem uma aparência mais complexa devido à presença de mais poeira e contém várias escondido, estrelas de grande massa. As estrelas massivas em A1 e A2 devem ter se formado nos últimos 10 000 anos, desde que suas mortalhas de gás natal ainda não são interrompidos pela radiação poderosa das estrelas recém-nascidas.
Crédito:
ESA , NASA , e Mohammad Heydari-Malayeri (Observatoire de Paris, França)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

CIENTISTAS ENCONTRAM EM DADOS DO HUBBLE EXOPLANETA ESCONDIDO



Hubble


Em 21 anos de observações do universo, o Telescópio Espacial Hubble tem registrado uma imensa quantidade de dados, um arquivo que pode conter inúmeros exoplanetas que ainda não foram descobertos e que estão ali, escondidos na imensa massa de dados adquiridos pelo Hubble. Esse é o caso do HR 8799b, que é mostrado na imagem acima em um desenho artístico de como ele seria na verdade. O planeta é um dos três exoplanetas que orbitam a jovem estrela HR 8799, que localiza-se a 130 anos-luz de distância da Terra. O trio planetário foi descoberto originalmente em imagens feitas com os telescópios Keck e Gemini Norte em 2007 e 2008. Mas usando uma técnica de processamento de imagens que suprimi o brilho da estrela mãe, os cientistas conseguiram identificar o brilho do planeta mais externo do sistema  enquanto estudavam os dados arquivados do Hubble obtidos em 1998. O planeta gigante é jovem e quente mais ainda assim só tem 1/100000 do brilho de sua estrela mãe. Para se der uma base comparativa, Júpiter tem um bilionésimo do brilho do nosso Sol.

domingo, 4 de setembro de 2011

AS CEFEIDAS


                               

Uma cefeida é uma estrela gigante ou supergigante amarela, de 4 a 15 vezes mais massiva que o Sol e de 100 a 30 000 vezes mais brilhante, cuja luminosidade varia de 0,1 a 2 magnitudes segundo um período bem definido, compreendido entre 1 e 100 dias, de onde ela tira seu nome de estrela variável. Elas foram chamadas segundo o protótipo de estrela δ da constelação de Cepheus.
As cefeidas tiveram um papel importante nos anos 1910 - 1920, quando Henrietta Leavitt, trabalhando na Universidade de Harvard, notou a presença de diversas cefeidas nas Nuvens de Magalhães. Ela observou que o período dessas cefeidas é proporcional ao seu brilho. Leawitt formula assim uma relação entre o período de variação e a luminosidade aparente dessas estrelas particulares. Assim, basta medir a distância de uma dessas cefeidas para se obter uma relação geral unindo seu período e sua luminosidade absoluta, e ainda melhor, determinar a distância de qualquer outra cefeida, onde quer que ela esteja. Tal medida será realizada pela primeira vez em 1916, novamente na Universidade de Harvard, por Harlow Shapley, que com isso completa a descoberta de Henrietta Leawitt. A partir dessa data, as cefeidas tornaram-se a referência para medir a distância de astros cada vez mais distantes no Universo


Características


Diagrama de Hertzsprung-Russell adaptado de Powell. A faixa de instabilidade é mostrada e contém a região variável da Cefeida (em vermelho) e a região RR Lyrae (em azul).
Jovem mas de estrutura mais evoluída que o nosso Sol, uma cefeida deve sua energia luminosa às reações de fusão nuclear que, na sua região central, transformam o hélio em carbono. A parte externa da estrela se contrai e se dilata alternativamente, devido a um desequilíbrio mantido pela pressão dos gases e da gravidade. Esses movimentos são acompanhados de mudanças de temperatura responsáveis pela variação periódica da luminosidade. O período de variação de brilho de uma cefeida representa aproximadamente duas vezes o tempo necessário a uma onda de pressão para se propagar do centro da estrela à sua superfície; ele depende do estado do meio atravessado pela onda e constitui por isso uma fonte preciosa de informações sobre a estrutura interna da estrela.

[]Relação período-luminosidade

A relação empírica entre o período de uma cefeida, P (em dias), e sua magnitude absoluta Mv é dada por
 M_v = -2,76 log(P) - 1,4 \,
Essa relação é derivada de dados coletados de Cefeidas cujas distâncias foram determinadas por outros métodos.


As cefeidas têm um papel muito importante como padrões de medidas de distância no Universo graças à relação período-luminosidade que as caracteriza: quanto mais luminosa for uma cefeida, maior será seu período de variação de brilho, pois quanto maior o volume da estrela maior será o trajeto que as ondas de pressão deverão percorrer.
A partir do momento que se conhece o período de uma cefeida, facilmente mensurável, a relação período-luminosidade permite determinar a luminosidade intrínseca dessa estrela. Por uma simples comparação com sua luminosidade aparente, deduz-se sua distância, e com isso a distância da galáxia onde ela se localiza.
Extremamente brilhantes, logo visíveis de longe, as cefeidas são detectadas atualmente em outras galáxias até a distância de 80 milhões de anos-luz graças ao telescópio espacial Hubble. A determinação dessas distâncias é essencial para o cálculo do valor da constante de Hubble, que mede o ritmo de expansão do Universo. O ponto delicado reside na classificação absoluta da relação período-luminosidade, que necessita determinar independentemente de maneira exata a distância de ao menos algumas cefeidas situadas na nossa galáxia.
Além disso, deve-se ter em conta que, ao se determinar a luminosidade de uma cefeida a partir da relação período-luminosidade, deve-se saber que as galáxias, e logo as cefeidas que elas contêm, não são idênticas, mas diferentes pela sua composição química. Foi o que se constatou ao longo dos últimos anos com a análise de grande número de cefeidas detectadas em duas galáxias vizinhas, as Nuvens de Magalhães.

sábado, 3 de setembro de 2011

NGC 3393: OBSERVATÓRIO DE RAIOS-X CHANDRA NA NASA ENCONTRA O PAR DE BURACOS NEGROS SUPERMASSIVOS MAIS PRÓXIMOS DA TERRA




NGC 3393
Evidências para um par de buracos negros numa galáxia espiral foram encontradas em dados obtidos pelo Observatório de Raios-X Chandra da NASA. Essa imagem principal é composta pelos dados de raios-X do Chandra em azul e dados ópticos obtidos pelo Telescópio Espacial Hubble em dourado, da galáxia espiral NGC 3392. O detalhe no retângulo mostra a região central da NGC 3993 como é observada somente pelo Chandra.
A emissão azul difusa na imagem maior é causada pelo gás quente próximo do centro da NGC 3993 e mostra raios-X de baixa energia. O detalhe mostra os raios-X de alta energia, incluindo as emissões de ferro. Esse tipo de emissão é uma feição característica de buracos negros em crescimento que são pesadamente obscurecidos pela poeira e pelo gás.
NGC 3393
NGC 3393
Dois picos separados de emissões de raios-X, localizados aproximadamente nas posição de 11 e 4 horas, podem ser vistos claramente na imagem em detalhe. Essas duas fontes são buracos negros que estão crescendo de forma ativa, gerando emissões de raios-X enquanto o gás cai em direção aos buracos negros e tornam-se quente. As regiões obscurecidas ao redor de ambos os buracos negros bloqueia uma grande quantidade de luz óptica e ultravioleta de material que está caindo no buraco negro.
Localizada a uma distância aproximada de 160 milhões de anos-luz da Terra, a NGC 3393 contém o mais próximo par de buracos negros supermassivos. Essa é também a primeira vez que um par de buracos negros foi encontrado em uma galáxia espiral como a Via Láctea. Separados por somente 490 anos-luz, os buracos negros na NGC 3393 são provavelmente partes remanescentes de uma fusão de galáxias com massas desiguais que aconteceu a um bilhão ou mais de anos atrás.
NGC 3393
NGC 3393
Chamadas de fusões menores pelos cientistas esses tipos de colisões de uma galáxia menor com uma galáxia maior, de fato, são a maneira mais comum pela qual o par de buracos negros se formam. Até a última observação feita pelo Chandra da NGC 3393, contudo, tinha sido difícil identificar bons candidatos para fusões menores pois espera-se que a galáxia final pareça com uma galáxia espiral ordinária.
NGC 3393
Se foi uma fusão menor, o buraco negro na galáxia menor deveria ter uma massa menor do que o outro buraco negro antes das galáxias terem colidido. Boas estimativas das massas de ambos os buracos negros ainda não estão disponíveis para testar essa ideia, embora as observações mostrem que ambos os buracos negros são mais massivos do que um milhão de sóis.


 o gás quente próximo do centro da NGC 3993 e mostra raios-X de baixa energia. O detalhe mostra os raios-X de alta energia, incluindo as emissões de ferro. Esse tipo de emissão é uma feição característica de buracos negros em crescimento que são pesadamente obscurecidos pela poeira e pelo gás. Dois picos separados de emissões de raios-X, localizados aproximadamente nas posição de 11 e 4 horas, podem ser vistos claramente na imagem em detalhe. Essas duas fontes são buracos negros que estão crescendo de forma ativa, gerando emissões de raios-X enquanto o gás cai em direção aos buracos negros e tornam-se quente. As regiões obscurecidas ao redor de ambos os buracos negros bloqueia uma grande quantidade de luz óptica e ultravioleta de material que está caindo no buraco negro. Localizada a uma distância aproximada de 160 milhões de anos-luz da Terra, a NGC 3393 contém o mais próximo par de buracos negros supermassivos. Essa é também a primeira vez que um par de buracos negros foi encontrado em uma galáxia espiral como a Via Láctea. Separados por somente 490 anos-luz, os buracos negros na NGC 3393 são provavelmente partes remanescentes de uma fusão de galáxias com massas desiguais que aconteceu a um bilhão ou mais de anos atrás.Chamadas de fusões menores pelos cientistas esses tipos de colisões de uma galáxia menor com uma galáxia maior, de fato, são a maneira mais comum pela qual o par de buracos negros se formam. Até a última observação feita pelo Chandra da NGC 3393, contudo, tinha sido difícil identificar bons candidatos para fusões menores pois espera-se que a galáxia final pareça com uma galáxia espiral ordinária. Se foi uma fusão menor, o buraco negro na galáxia menor deveria ter uma massa menor do que o outro buraco negro antes das galáxias terem colidido. Boas estimativas das massas de ambos os buracos negros ainda não estão disponíveis para testar essa ideia, embora as observações mostrem que ambos os buracos negros são mais massivos do que um milhão de massas solares.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


NUVEM DE GÁS PODEM TER CRIADO AS MAIORES EXPLOSÕES CÓSMICAS




Perdendo apenas para o big bang (Imagem: Superstock)
Perdendo apenas para o big bang (Imagem: Superstock)

Eles fariam olhar supernovas como fogos de artifício. Gigantes nuvens de gás no início do universo poderia ter alimentado as erupções mais enérgica desde o Big Bang.
Evidência de buracos negros supermassivos - pesando milhões ou bilhões de sóis - foi encontrado no início do Universo, mas ninguém sabe como eles cresceram tão grande tão rápido. Pequenos buracos negros, pesando tanto quanto uma estrela, simplesmente não têm tempo suficiente para se aglutinarem no behemoths.
Uma teoria sugere enormes nuvens de gás em torno do momento em colapso middleweight "semente" buracos negros. Estes poderiam, então, têm atraído mais uma questão e tornar-se supermassivo.
Agora Pedro Montero do Instituto Max Planck de Astrofísica, em Garching, Alemanha, e colegas calcularam como essas nuvens de gás, pesando um milhão de sóis, pode ter evoluído em buracos negros de sementes. Eles também descobriram que as nuvens nem sempre formar buracos negros, mas de qualquer forma eles teriam criado explosões poderosas.
As nuvens estão tão grande que eles começam a se contrair sob seu próprio peso, acabou se tornando densa o suficiente para desencadear reações nucleares. Estes fornecem uma pressão para fora que neutraliza o colapso das nuvens.
O que acontece a seguir depende da composição das nuvens "química.Elementos pesados, como oxigênio e nitrogênio - cuspiu morrendo estrelas - aumentar a taxa de reações nucleares. Se uma nuvem de gás gigante tinha pelo menos 10 por cento da proporção do sol desses elementos, eles iriam detonar reações suficiente para sobrepujar puxar para dentro da gravidade.Isso seria um golpe nuvem distante em uma explosão com 100 vezes a energia eletromagnética de qualquer supernova, hoje, a equipe diz (arxiv.org/1108.3090 ).
Tais gigantes, explosões brilhante pode ser detectado com observatórios futuro que poderia procurar eventos fugazes, diz Mitch Begelman da Universidade de Colorado, em Boulder.
Se a nuvem continha menos elementos pesados ​​fornecendo pressão para fora, a gravidade vencer ea nuvem entraria em colapso em um buraco negro de sementes. Mas que iria libertar ainda mais energia do que no cenário de detonação, porque altas pressões e temperaturas no núcleo da nuvem levaria fótons energéticos lá para transformar-se em pares de elétrons e seus correspondentes de antimatéria. Estes aniquilaria, liberando cerca de 10.000 vezes a energia eletromagnética de supernovas mais brilhantes na forma de neutrinos. Estas partículas, que raramente interagem com a matéria normal, são invisíveis, tornando os estouros ultra-poderosa, mas não raro brilhante.
Begelman diz modelos futuro poderia ser mais realista se eles permitiram que diferentes partes da nuvem para rodar em diferentes taxas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SERÁ QUE ENCONTRAREMOS SINAIS DE VIDA EM MARTE?

O homem está mais perto de descobrir se existiu ou se ainda existe vida em Marte graças à nova geração de instrumentos de alta tecnologia, informou um painel de especialistas na reunião anual da Sociedade de Química dos Estados Unidos, realizado em Denver. 

Missão da Agência Espacial Europeia mapeia crateras de região de Marte. Imagem: ESA/Divulgação
"Se há (ou houve) vida lá fora, as ferramentas de alta tecnologia especializadas em química a encontrarão", afirmou Jeffrey Bada, da Universidade da Califórnia, em San Diego, organizador de um simpósio de dois dias dedicado ao planeta vermelho. 

"Temos os instrumentos agora ou estão no processo de desenvolvimento e redefinição. O desafio é montá-los nas próximas naves espaciais, sabendo que tipo de elementos estudar e onde olhar exatamente", declarou. 

O especialista é um firme defensor de atrasar as missões tripuladas a Marte até que as missões robóticas já enviadas consigam informação suficiente para que os astronautas possam aterrissar na área menos inóspita. 

Neste sentido, Bada expressou sua preocupação com os cortes de orçamento na Nasa (agência especial americana) nos últimos anos, que podem pôr em perigo as missões não tripuladas e as pesquisas necessárias. 

A Nasa definiu 2030 como data preliminar para enviar a primeira missão tripulada a Marte, no entanto é apenas uma declaração de intenções do presidente Barack Obama, uma vez que não há um plano sobre a mesa. 

A próxima missão não tripulada da Nasa a Marte será a sonda Curiosity, que partirá em agosto de 2012 rumo a Gale, uma cratera de 154 quilômetros de diâmetro em cujo interior se eleva uma grande montanha, ao pé da qual o robô pousará na busca de vida. 

A Nasa, junto com a Agência Espacial Europeia (ESA), prevê também lançar em 2016 a missão Exomars, que levará cinco instrumentos para estudar os gases da atmosfera marciana, na busca por evidências biológicas ou geológicas de vida. 

"Os instrumentos dessa missão atmosférica têm uma sensibilidade mil vezes maior que qualquer outro instrumento" que tenha viajado para Marte ou faça parte de uma missão marciana, considerou o professor Mark Allen, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. 

Segundo Bada, um desses instrumentos pode detectar partículas orgânicas de nitrogênio, um componente essencial para a vida na Terra; e os cientistas estão convencidos que se há vida em Marte um de seus componentes será nitrogênio. 

Bada explicou que também buscarão sinais de vida debaixo da superfície marciana, já que os raios cósmicos e os ultravioleta aos quais esteve submetido podem ter destruído a matéria orgânica, motivo pelo qual talvez os possíveis rastros de vida poderiam estar ocultos no interior do planeta. 

Por enquanto sobre o planeta vermelho opera o robô explorador Opportunity, que chegou no início do mês à cratera Endeavour após uma viagem de quase três anos e os cientistas esperam que novas informações facilitem outras descobertas.