segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A FAMOSA ETA CARINAE


58 - Eta Carinae. Esta estrela variável azul foi registrada próximo ao infravermelho pelo VLT, o que mostrou novos detalhes sobre ela. Na imagem é possível ver uma estrutura bipolar e os jatos que saem do centro da estrela  Foto: ESO/Divulgação
58 - Eta Carinae. Esta estrela variável azul foi registrada próximo ao infravermelho pelo VLT, o que mostrou novos detalhes sobre ela. Na imagem é possível ver uma estrutura bipolar e os jatos que saem do centro da estrela

Foto: ESO/Divulgação
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domingo, 21 de agosto de 2011

A NOVA CAIXA DE JÓIAS


55 - O agrupamento de estrelas Caixa de Joias (NGC 4755). Essa imagem foi gerada por registros do VLT  Foto: ESO/Y. Beletsky/Divulgação
55 - O agrupamento de estrelas Caixa de Joias (NGC 4755). Essa imagem foi gerada por registros do VLT

Foto: ESO/Y. Beletsky/Divulgação
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sábado, 20 de agosto de 2011

A GALÁXIA ESPIRAL NGC 4945


53 - A Galáxia Espiral NGC 4945. Observações indicam que esta galáxia é uma espiral muito parecida com a nossa. As regiões de formação de estrelas podem ser vistas em rosa. A NGC 4945 fica a cerca de 13 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Centauro  Foto: ESO/Divulgação
53 - A Galáxia Espiral NGC 4945. Observações indicam que esta galáxia é uma espiral muito parecida com a nossa. As regiões de formação de estrelas podem ser vistas em rosa. A NGC 4945 fica a cerca de 13 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Centauro

Foto: ESO/Divulgação

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O VERY LARGE TELESCOPE V.L.T.


81 - A Lua em Cerro Paranal. A imagem foi registrada quando a Lua estava saindo do céu e o Sol começava a aparecer, no lado oposto. Este é o momento em que o conjunto de telescópios para seus trabalhos e os astrônomos se preparam para descansar após uma longa noite de observações  Foto: G.Gillet/ESO/Divulgação
81 - A Lua em Cerro Paranal trazendo a imagem  do V.L.T. Very Large Telescope foi registrada quando a Lua estava saindo do céu e o Sol começava a aparecer, no lado oposto. Este é o momento em que o conjunto de telescópios para seus trabalhos e os astrônomos se preparam para descansar após uma longa noite de observações

Foto: G.Gillet/ESO/Divulgação
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COMEÇANDO A SEMANA DE OBSERVAÇÕES  E IMAGENS  ALGUMAS NUNCA VISTAS POR UM TELESCÓPIO BASEADO EM TERRA  O V.L.T./ ESO  PARA VOCÊ ASTRÔNOMO AMADOR OU QUE GOSTE DE VER O CÉU E CONHECER OS ASTROS NÃO  DEVE PERDER ESTA SEMANA DE 10 DIAS DE POSTAGENS E SEMANA COM 10 DIAS É SO NO
                    UNIVERSO OBSERVADO.BLOGSPOT.COM              DIVIRTA-SE!

A SEMANA V.L.T. COMEÇA COM A `` NEBULOSA AB7´´


51 - Estrelas muito quentes. O objeto desta imagem é a nebulosa AB7, criada pela ação de uma estrela binária. Segundo o ESO, o diferencial desse sistema são os poderosos ventos, que são entre 10 milhões e 1 bilhão de vezes mais intensos que os do Sol. Esses ventos exercem grande pressão no material interestelar e forçam as nuvens a ficarem com uma forma de bolha. Ainda de acordo com o observatório, uma dessas duas estrelas está entre as mais quentes conhecidas   Foto: ESO/Divulgação
51 - Estrelas muito quentes. O objeto desta imagem é a nebulosa AB7, criada pela ação de uma estrela binária. Segundo o ESO, o diferencial desse sistema são os poderosos ventos, que são entre 10 milhões e 1 bilhão de vezes mais intensos que os do Sol. Esses ventos exercem grande pressão no material interestelar e forçam as nuvens a ficarem com uma forma de bolha. Ainda de acordo com o observatório, uma dessas duas estrelas está entre as mais quentes conhecidas.




créditos: eso.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SONDA EM MERCÚRIO FOTOGRAFA A TERRA E A LUA



A sonda Messenger, da Nasa, fez uma imagem que capta a Terra e a Lua a uma distância de 183 milhões de quilômetros, distância maior que a que separa nosso planeta do Sol. A Messenger está numa missão de exploração do planeta Mercúrio.
Nasa
Nasa
A Terra e a Lua, vistas a uma distância de milhões de quilômetros
A Messenger é a primeira nave a explorar Mercúrio desde que a Mariner 10 passou pela vizinhança do planeta em 1974 e 1975, mas não é a primeira sonda a fazer uma imagem de longa distância da Terra.
Em 2006, a Cassini enviou imagens de nosso planeta feitas a uma distância de 1,5 bilhão de quilômetros, na órbita de Saturno.
E, em 1990, a Voyager 1 fez o famoso "retrato de família" do Sistema Solar, onde a Terra aparece a uma distância de 6,4 bilhões de quilômetros. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Galáxias: Instantâneos do Tempo

Imagens únicas do Galaxies: Snapshots na colagem Time.
Crédito:
NASA e ESA

TELESCÓPIO ESPACIAL HERSCHEL CONFIRMA EXISTÊNCIA DE OXIGÊNIO MOLECULAR NO ESPAÇO



Telescópio Herschel confirma existência de oxigênio molecular no espaço

O espectro revela a assinatura das moléculas de oxigênio - os cientistas ainda não sabem porque elas são tão raras no espaço.[Imagem: ESA/NASA/JPL-Caltech]




Confirmação
Astrônomos usaram o Telescópio Espacial Herschel para obter a primeira confirmação da presença de moléculas de oxigênio no espaço.
A primeira descoberta de oxigênio molecular no espaço foi feita em 2007, pelo telescópio sueco Odin, que localizou as moléculas na constelação em Rho Ofiúco A, na constelação da Serpente.
Só agora o achado pôde ser confirmado de forma independente, embora em outro ponto do espaço.
O oxigênio foi reencontrado na constelação de Órion, em uma região reconhecida como um berço de estrelas.
Segredos do universo
Na verdade, não há ainda uma boa teoria para explicar a escassez de moléculas de oxigênio no espaço - veja Astrônomos encontram peróxido de hidrogênio no espaço. O elemento oxigênio, ao contrário, é bastante comum, sobretudo ao redor de estrelas de grande massa.
"O gás oxigênio foi descoberto em 1770, mas levou mais de 230 anos para finalmente podermos dizer com certeza que essa molécula tão simples existe no espaço," disse Paul Goldsmith, um dos autores da pesquisa.
A equipe propõe que o oxigênio esteja no interior de partículas de gelo que recobrem grãos de poeira microscópicos. Eles acreditam que o oxigênio detectado pelo Herschel na nebulosa de Órion foi formado depois que a luz das estrelas aqueceu os grãos de gelo, liberando água, que foi de alguma forma quebrada em moléculas de oxigênio.


"Isso explicaria onde uma parte do oxigênio pode estar se escondendo," disse Goldsmith. "Mas não encontramos grandes quantidades dele, e ainda não entendemos o que é tão especial sobre os pontos onde o encontramos. O universo ainda guarda muitos segredos."

A NGC 1275 CHAMADA DE MAGNÉTICA DO MONSTRO

Esta imagem impressionante de NGC 1275 foi tomada usando a câmera avançada da NASA / ESA Hubble Space Telescope para avaliações em Julho e Agosto de 2006. Ele fornece detalhes surpreendentes e resolução das estruturas frágeis filamentosos, que aparecem como uma estrutura avermelhada lacy em torno da central brilhante galáxia NGC 1275. Estes filamentos são legais, apesar de ser rodeado de gás que é cerca de 55 milhões de graus Celsius mais quente. Eles estão suspensos em um campo magnético que mantém a sua estrutura e demonstra como a energia do buraco negro central é transferida para o gás circundante.
Ao observar a estrutura dos filamentos, os astrônomos foram, pela primeira vez, capaz de estimar a força do campo magnético. Usando essa informação, eles demonstraram como os campos magnéticos extragalacticos mantiveram a estrutura dos filamentos contra o colapso causado por uma força gravitacional ou a violência dos que o cercam durante toda a vida de 100 milhões de anos.
Esta é a primeira vez que os astrônomos foram capazes de diferenciar os fios individuais que compõem tais filamentos a esse grau. Surpreendentemente, eles distinguem tópicos a apenas 200 anos-luz de diâmetro. Por outro lado, os filamentos visto aqui pode ser um gaping 200 000 anos-luz de comprimento. Toda a imagem é de aproximadamente 260 000 anos-luz de diâmetro.
Também visto na imagem são impressionantes pistas de pó de uma galáxia espiral separado. Encontra-se em parte na frente do aglomerado de galáxias elípticas gigantes central e foi concluída interrompido pelas forças gravitacionais de maré dentro do aglomerado de galáxias. Vários filamentos impressionante de estrelas azuis recém-nascidos são vistos cruzando a imagem.
Crédito:
NASA , ESA e Andy Fabian (University of Cambridge, UK)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O NÚCLEO COMPACTO DA GALÁXIA M87





NASA / ESA Telescópio Espacial Hubble mostra claramente o núcleo central e jato de acompanhamento da galáxia elíptica gigante M87. Esta imagem do infravermelho próximo foi tomada com Wide Field Camera HST e Planetary (WF / PC), no modo de alta resolução, em 01 de junho de 1991. A imagem está sendo apresentada na quinta - feira 16 de janeiro na reunião 179 da Sociedade Astronômica Americana, em Atlanta, Georgia.


O aumento constante brilho do M87 para o seu centro é facilmente perceptível na imagem, mostrando que as estrelas em M87 estão fortemente concentradas para seu núcleo, como se atraída para o centro e mantido pelo campo gravitacional de um enorme buraco negro . Modelos teóricos sugerem que a estrutura de M87 é consistente com um furo central, com um tamanho de 2,6 bilhões de massas solares. Observações espectroscópicas de alta resolução são agora necessários para confirmar esta possibilidade.
Crédito:
Tod Lauer R. (NOAO), Sandra M. Faber (CSC), Roger C. Lynds (NOAO), eo de Campo Largo / Team Planetary Camera imagem.